Lado C Tudo na vida tem seu Lado A e seu Lado B, mas a resposta talvez esteja no Lado C, 'sacovisk'?

Archive for the ‘Comportamento Humano’

A HISTÓRIA DA PERMACULTURA.

julho 30, 2010 By: Ferzamp Category: .English Post, Ciências Humanas, Comportamento Humano, Curiosidades, Documentários, Eco-atitudes, Geral

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A mandala da Pemacultura.

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ORIGEM DA PERMACULTURA

Bill Mollison cresceu em uma pequena vila na Tasmânia e viveu uma espécie de sonho até os 28 anos de idade. Passava a maior parte do tempo no mato ou no mar. Pescava e caçava para ganhar a vida. Nos anos 50, começou a perceber que grande parte dos sistemas naturais, nos quais ele vivia, estavam desaparecendo. Cardumes de peixes estavam diminuindo. As algas que cobriam a praia começavam a desaparecer. Grandes áreas de florestas estavam morrendo.

Depois de muitos anos como cientista, trabalhando para a CSIRO (Organização para a Pesquisa Científica do Reino Unido) na seção de Pesquisa de Vida Silvestre e para o Departamento de Pesqueiros Interiores da Tasmânia, começou a protestar contra os sistemas políticos industriais que, ele via, estavam nos matando e o mundo à nossa volta. Mas, logo decidiu que não bastava persistir com essa oposição que, no final, não atingia nada. Saiu da sociedade por dois anos, e quis voltar somente com algo muito positivo, algo que nos permitisse a todos viver sem a destruição desenfreada nos sistemas biológicos.

Em 1968, começou a ensinar na Universidade da Tasmânia e, em 1974, com David Holmgren, desenvolveu uma estrutura de trabalho para um sistema agricultural sustentável, baseado na policultura de árvores perenes, arbustos, ervas, fungos e tubérculos, para o qual criou a palavra Permacultura. Passou muito tempo desenvolvendo os princípios da Permacultura e construindo um jardim rico em espécies. Esse trabalho culminou em 1978 com a publicação do livro Permacultura Um, seguido, um ano mais tarde, por Permacultura Dois.

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David Holmgren é um ecologista, escritor e co-criador do conceito permacultura, em conjunto com Bill Mollison.

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A reação do público à Permacultura foi variado. A comunidade profissional estava enraivecida, porque estava combinando arquitetura com biologia, agricultura com estudo de florestas e florestas com zootecnia. Quase todos os que se consideravam especialistas se sentiram um pouco ofendidos. Mas, a resposta popular foi bem diferente. Muitas pessoas já estavam ensando dentro das mesmas idéias. Elas estavam descontentes com a forma que a agricultura é praticada, e já contemplavam sistemas mais naturais; sistemas ecológicos.

Nos anos 70, ele via a Permacultura como uma associação benéfica de plantas e animais em relação aos assentamentos humanos, em sua maioria direcionados para a auto-suficiência doméstica e comunitária, e possivelmente com uma “iniciativa comercial” a partir do excedente daquele sistema.

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Bill Mollison, criador do conceito de Permacultura.

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Todavia, a Permacultura veio a significar mais que suficiência alimentar doméstica. Auto-suficiência alimentar não tem sentido sem que as pessoas tenham acesso à terra, informação e recursos financeiros. Então, nos anos mais recentes, a Permacultura veio a englobar estratégias financeiras e legais apropriadas, incluindo estratégias para o acesso à terra, negócios e auto-financiamento regional. Desta forma ela é um sistema humano completo.

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Em 1976 ele estava palestrando sobre Permacultura e, em 1979, demitiu-se do seu emprego de acadêmico e debruçou-se, já em idade avançada, em um futuro incerto. Havia decidido fazer nada mais que tentar persuadir as

pessoas a criarem sistemas biológicos positivos. Projetou várias propriedades e sobreviveu por um tempo pescando e apanhando batatas. Em 1981 os primeiros graduados de um curso padrão de Projetista de Permacultura começaram a projetar sistemas Permaculturais na Austrália.

Hoje, existem mais de 12.000 graduados em todo o mundo, todos eles, envolvidos, de alguma forma em trabalho ambiental e social.’

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Assista o documentário The Permaculture Concept‘ (1989) sobre Bill Mollison e como surgiu o conceito de Permacultura (em inglês).

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The Permaculture Concept‘ – Parte 2, Parte 3, Parte 4, Parte 5, Parte 6.

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[Fonte: Serelombas/Permascience]

‘HOMO CONSUMENS’, CONHECE-TE A TI MESMO!

julho 02, 2010 By: Ferzamp Category: .Español Post, Ciências Humanas, Comportamento Humano, Geral

Conheça o Movimento ‘Río Abierto’, criado há mais de 40 anos pela psicóloga María Adela Palcos na Argentina.  Tem como objetivo a busca de uma vida mais plena, trabalhando consciência comporal,  movimento vital expressivo,  liberação da voz, meditação, dramatização, artes plásticas e massagens. [Buenos Aires e Mendoza/2008; Rio de Janeiro/2007]. Vídeo em espanhol.

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A HISTÓRIA DO CORPO HUMANO.

julho 01, 2010 By: Ferzamp Category: Ciências Humanas, Comportamento Humano, Curiosidades, Geral

Homem Vitruviano (Leonardo da Vinci, 1490).

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A história do corpo humano é a história da civilização. A partir dessa analogia, a economista Maria Cecília Donaldson Ugarte estudou as transformações impostas ao corpo humano para adaptá-lo aos meios de produção, desde a Revolução Industrial até a Revolução da Informação dos dias de hoje, quando o homem aparece desenraizado da carne e dos ossos, em ambiente virtual. Tendo trabalhado por 11 anos como executiva na iniciativa privada, Maria Cecília voltou à vida acadêmica para perscrutar por dois anos e meio os caminhos do corpo, vivenciando experiências com psicodrama, criatividade corpórea e saúde mental no trabalho. Sua pesquisa resultou em dissertação de mestrado apresentada na Faculdade de Educação Física (FEF) da Unicamp, sob orientação da professora Maria Beatriz Rocha Ferreira.

“Sempre estudamos a Revolução Industrial como um grande feito, sem considerar que houve uma exploração maciça e cruel da população. Foi a mais radical transformação da vida humana já registrada em documentos escritos, segundo Eric Hobsbawn, que deveria ser mais lido para fundamentação histórica”, afirma Maria Cecília Ugarte, referindo-se ao historiador cujos conceitos sustentam boa parte da dissertação.

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Homo laborens: o homem conectado com os outros, as coisas e a natureza.

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Ela lembra que antes da revolução, durante séculos, os corpos trabalharam integrados com suas ferramentas, como os teares, num urdir e tecer em ritmo natural, onde estavam presentes as sensações corporais, a imaginação e as emoções. “Podia-se parar, conversar, rir e recomeçar. Era o homo laborens, que estava em inter-relação com as pessoas, os objetos e a natureza”, observa.

Segundo a pesquisadora, o capitalismo na Inglaterra começou no lar, já por volta de 1750, com o trabalho de pai, mãe e filhos em favor de um empreendedor que fornecia a matéria-prima. Todas as casas tornaram-se fábricas em miniatura e foi justamente com este artesanato doméstico que se iniciou a transformação dos processos produtivos.

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Fotografia sem nome, de Cindy Sherman.

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“Aos poucos, o homo laborens foi dando lugar ao homo faber – termos criados por Hannah Arent. Quando a revolução chegou 30 anos depois, e se acelerou o processo de industrialização, as famílias foram retiradas de seu território e levadas para trabalhar nas fábricas, morando em cantos fétidos que marcaram o surgimento do meio urbano. A jornada de trabalho chegava a 14 horas. “Desterritorializada, a pessoa, antes vista por inteiro – mente, corpo e espírito –, perde o seu centro e fica nas mãos manipuladoras do poder. Foi um estrago impressionante”, diz Maria Cecília.

No entanto, a nova classe operária relutou em aceitar os relógios, o trabalho imposto não mais pela natureza, mas sim pelo ritmo das máquinas e da produtividade. “A formação do que Norbert Elias chamou de um novo habitus social levaria gerações. Portanto, a resistência foi grande, gerando bloqueios e conflitos”, observa a economista. Com a difusão dos motores a vapor e de novos métodos de produção, as cidades inflaram com o êxodo do campo e surgiu também o desemprego. A ciência avançava junto com a industrialização, mas crescia a população carente, subnutrida e com altos índices de mortalidade.

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Século da fadiga – O historiador Anson Rabinbach caracteriza o século 19 como o século da fadiga e da neurastenia. Em The Human Motor, ele descreve o processo de construção do corpo e sua relação com o trabalho, dentro da visão da energética e do materialismo que permeavam a época. O homo-motor, para o autor, é uma metáfora da força de trabalho, ou seja, de que o corpo humano seria um reservatório como o das máquinas, capaz de converter energia em trabalho mecânico. Corpo, máquinas e natureza eram movimentos passíveis de ser medidos dentro das leis da dinâmica – e conseqüentemente dominados, submetidos a sistemas organizacionais cientificamente desenhados.

“Rabinbach considera que a modernidade industrial européia via-se sempre ameaçada pela subversão do fantasma da preguiça. O labor era pregado como um remédio contra os apetites dos sentidos e como um amigo da alma. Daí, a necessidade de ‘docilizar’ os corpos para que esquecessem seu estilo de vida arraigado desde os antepassados e se transformassem em uma força de trabalho produtiva e disciplinada”, explica Maria Cecília Ugarte.

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Chaplin em ‘ Tempos Modernos’.

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The Human Motor mostra a ligação entre as novas ciências – fisiologia, educação física, ergonomia – objetivando a perscruta do corpo, num esquadrinhamento que vai embasar teorias até as chegadas do taylorismo e do fordismo, formas econômicas de divisão do trabalho. “Antes, achavam que o corpo era uma máquina capaz de trabalhar sem parar, bastando-lhe um pouco de comida e de descanso. Ignorava-se a segunda lei da entropia: que a energia se esgota a cada vez que se usa. A fadiga e a neurastenia tornaram-se uma verdadeira epidemia, principalmente na França e Alemanha, onde a resistência às inovações foi ainda maior”, conta Maria Cecília.

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A economista Maria Cecília Donaldson Ugarte.

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Esquadrinhamento – Ao final do século 19, portanto, já diminuía o discurso de que havia resistência ao trabalho por causa de indolência e preguiça. Higienistas, fisiatras, psicólogos, antropólogos do trabalho, médicos e políticos examinavam a tendência à preguiça, mas também passaram a reconhecer os danos do excesso de carga de trabalho, o que levou à defesa de reformas sociais com novas regulamentações e leis trabalhistas. “A idéia era de que a saúde da população precisava ser incentivada, mas visando aumentar a capacidade de resistência do corpo ao trabalho”, recorda a pesquisadora.

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Etienne-Jules Marey ralizou os primeiros estudos do movimento humano.

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Médico, fisiologista e pioneiro em pesquisas na aviação, fotografia e cinema, Etienne-Jules Marey foi, também, quem realizou os primeiros estudos sobre os movimentos do corpo, em 1868. Inventou instrumentos de medição e pesquisou inicialmente os animais, principalmente os movimentos do cavalo (ritmo, duração e intensidade), além dos mecanismos de vôo de pássaros e insetos. Mediu depois o andar humano, na passada e na corrida. Suas descobertas extasiaram os especialistas, pois balizavam as pesquisas para uma ciência do trabalho, e também os artistas, porque significavam uma representação artística do movimento. O próprio Marey produziu instantâneos do movimento, criando o que chamou de ‘photochronographer’ e depois o ‘chronophotographo’.

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Maria Cecília Ugarte observa que a educação física foi fundada nesse contexto, dentro da área médica, com novos aparatos para que os corpos adquirissem resistência física e mental na luta contra a fadiga e a neurastenia. Também apareceram os primeiros estudos de ergonomia. “A relação entre corpo e trabalho é bem mais estreita do que transparece superficialmente. O corpo é deslocado para deixar de pertencer a si mesmo e servir como uma máquina de produção”, resume a pesquisadora.’

.Na opinião de Maria Cecília Ugarte, a chamada Revolução da Informação ou do Conhecimento também atinge o corpo humano de maneira brutal. Neste mundo do trabalho altamente mecanizado e informatizado, ela cita o sociólogo Francisco de Oliveira, que observa um salto em direção ao trabalho abstrato. “Os salários passam a ser atrelados à produtividade e não mais às horas de trabalho, dando margem à terceirização informal. É um ‘salve-se quem puder’ que tira do trabalhador o poder de lutar por seus direitos. Já que ele precisa sobreviver, sujeita-se. A exploração das pessoas, da sociedade e do ambiente prevalece sobre o sentido de comunidade e solidariedade. A fadiga e a neurastenia descritas por Rabinbach desdobram-se neste início de século em várias denominações como depressão, estresse, anorexia, bulimia, obesidade e dependência química”, afirma a pesquisadora.

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Maria Cecília observa, ainda, que diante da relação tão íntima das pessoas com a tecnologia, o corpo já não é percebido como antes, parecendo desenraizado de si mesmo e esfumado em ambiente virtual. “Como disse a feminista Donna Haraway, em seu Cyborg Manifesto, ficou difícil saber onde nós acabamos e onde as máquinas começam. Para ela, ser cyborg não tem a ver com a implantação de bits de silício ou próteses sob nossa pele, mas com ir à academia de ginástica, a uma prateleira de alimentos energéticos e dar-se conta de estar em um lugar que não existiria sem a idéia do corpo como uma máquina de alta performance”, compara.

Na visão da pesquisadora, os atletas olímpicos são bons exemplos de que já “estamos cyborgs”. “Vencer a Olimpíada não depende simplesmente de correr mais rápido. Depende de toda uma interação entre medicina, dieta, práticas de treinamento, vestimentas especiais, fabricação de equipamentos, visualização e controle do tempo, e não raramente da utilização de drogas para melhorar a performance. Haraway também afirma que este é um mundo de redes entrelaçadas, humanas e maquínicas, que jogam conceitos como ‘natural’ e ‘artificial’ na lata do lixo”, avalia.

Depois de rever mais de 200 anos de história do corpo humano, Maria Cecília Ugarte julga que chegou a hora de parar para “pensar o corpo”, o quanto ele foi desprezado em nome da transcendência e manipulado em nome do capital. “Os efeitos da Revolução da Informação podem ser comparados aos do desenraizamento dos camponeses de suas terras no início da industrialização. Precisamos pensar onde ficaram as possibilidades de escolha, já que esta revolução é silenciosa para a população comum e excluída. Do homo-motor aos cyborgs, nesta corrida atrás do progresso e da multiplicação tecnológica, devemos refletir e perguntar onde ficam as pessoas”.’

[Fonte: Luiz Sugimoto / Jornal da Unicamp]


O QUE PODE O CORPO? QUAL SUA RELAÇÃO COM O MEIO AMBIENTE?

junho 29, 2010 By: Ferzamp Category: Ciências Humanas, Comportamento Humano

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Parte 1: ‘O que pode o corpo?’ com a coreógrafa Dani Lima e a filósofa Viviane Mosé.

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Parte 2 – Mudar nossa percepção do mundo.

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Parte 3 – O culto ao corpo existe?

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Parte 4 – Relação física com o conhecimento.

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Parte 5 – Como percebemos os espaços em que vivemos?

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Parte 6 – Improvisar na dança e na vida.

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Parte 7 – Como salvar a sociedade?

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SALVADOR: A TERRÍVEL FOLIA NO FUNDO DO MAR.

junho 21, 2010 By: Ferzamp Category: Comportamento Humano, Desastres Ambientais, Geral, Notícias do Meio Ambiente

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‘Dez dias após o carnaval, surfista Bernardo Mussi e do biólogo Francisco Pedro, mergulharam na área do Farol da Barra para confirmar a notícia da quantidade absurda de lixo espalhada pelo fundo do mar naquela área…’

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Foram encontradas pelo menos mil e quinhentas latinhas metálicas e garrafas plásticas.

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Mergulhadores retiram lixo do fundo do mar baiano.

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O monte de lixo empilhado na calçada do Farol da Barra virou atração.

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Assita reportagem sobre ‘Lixo pós-carnaval’ em Salvador. [TV Record -10/03/2010]

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.[[Fonte: GlobalGarbage]

AMERICANA TENTA SER A MULHER MAIS GORDA DO MUNDO.

junho 10, 2010 By: Ferzamp Category: Comportamento Humano, Consumo, Curiosidades, Geral

Donna Simpson usa o computador em sua casa em Old Bridge, Nova Jersey. Donna está em campanha para se tornar a mulher viva mais pesada do mundo, e admite ser tão faminta por atenção quanto por calorias.

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O ‘COMPORTAMENTO’ COMO OBJETO DE CONSUMO.

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“Uma mulher de Nova Jersey está em campanha para se tornar a mulher viva mais pesada do mundo, e admite ser tão faminta por atenção quanto por calorias.

Donna Simpson, 42, pesa mais de 270 quilos e pretende chegar a mil libras (455 quilos). Mãe de dois filhos, de 3 e 14 anos, ela faz fotos para um site chamado supersizedbombshells.com, onde admiradores e curiosos pagam para vê-la consumindo alimentos gordurosos ou andando até o carro.

Ela já apareceu em várias TVs e gosta da cobertura da mídia. A editora do Livro Guinness dos Recordes disse que ela se candidatou ao título de mulher mais pesada a dar a luz, o que está sendo analisado. Há relatos de mulheres que morreram pesando 816 e 545 quilos.

Simpson disse ter recebido uma oferta para escrever um livro, e quer ter seu próprio reality show, em parte para dar mais confiança às mulheres “extragrandes”. Ela veste tamanho XXXXXL, que compra principalmente pela internet, e se diz integrante da “comunidade da aceitação da gordura”.

“Quando maior a sua bunda, quanto maior a sua barriga, mais sexy você é”, disse ela num sofá na sua casa, cerca de 65 quilômetros ao sul de Nova York. Ela conheceu um homem que diz apreciar suas medidas, e os dois querem se casar neste ano no Havaí.

O noivo, Philippe Gouamba, 49 anos, pai da filha de 3 anos dela, é um grande entusiasta da campanha de engorda da futura esposa, que ele considera “muito sexy”.

Simpson disse receber emails de mulheres que acham que jamais vão se apaixonar ou ter filhos por causa do peso. “Eu digo que isso não é verdade. Eu gostaria de ser uma voz para que as pessoas possam ver uma mulher de tamanho (grande) ter uma família normal.”

Ela disse que recebe mensagens também de pessoas que dizem que ela está colocando em risco a si e os filhos.

Donna Simpson gasta até 750 dólares por semana em supermercado, sofre de diabete tipo 2 e tem dificuldades para fazer tarefas básicas, como cozinhar e tomar banho. Mas não liga para quem diz que ela pode sofrer problemas cardíacos, agravar sua diabete e provocar danos nas articulações.

“Sou muito saudável. Vou ao médico a cada três meses”, disse ela, que abandonou as dietas depois que uma amiga morreu numa cirurgia de redução do estômago. “Eu sempre fui confortável comigo. Os outros é que não estavam confortáveis comigo.”

[Fonte: Yahoo/Reuters]

ECOPRÁTICO: BANHO DEMORADO, TORNEIRA PINGANDO, ARMÁRIO DESORGANIZADO…

maio 31, 2010 By: Ferzamp Category: Comportamento Humano, Consumo, Eco-atitudes, Geral

Assista o Episódio I do programa ‘Ecoprático’ (TV Cultura).

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Episódio II – Ecoponto, Microondas, Lixo.

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