CASA POPULAR DE R$ 7 MIL USA TÉCNICAS DE PERMACULTURA.
O pesquisador João Rockett apresenta uma casa popular construída a partir dos princípios da Permacultura (IPEP-RS).
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Hugo Penteado é autor do livro ‘Ecoeconomia: Uma Nova Abordagem‘.
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‘A Diretoria do Departamento de Responsabilidade Social (DRS) do Ciesp-Campinas convida você, associado, a participar do Evento Espaço Ciesp de Cinema com o filme SURPLUS, dirigido por Erik Gandini.
Dia 7 de julho de 2010, a partir das 19h00.
Local: Ciesp-Campinas
(Rua Padre Camargo Lacerda, 37 – Bonfim)
Programação:
19h00 – Abertura por Luiz Fernando de Araújo Bueno, diretor-titular do Departamento de Responsabilidade Social
19h30 – Filme: SURPLUS
20h30 – Debate com Hugo Penteado
Minicurrículo: Hugo Penteado
Formado em Economia pela Universidade de São Paulo (USP). Finalizou seu curso de mestrado em Economia no Instituto de Pesquisas Econômicas da Universidade de São Paulo (IPE/USP). Trabalha no mercado financeiro desde 1990, economista-chefe e estrategista de Investimentos do Santander Asset Management.
Sinopse do Filme:
A confiança dos consumidores está em baixa desde o 11 de Setembro. Uma guerra bem-sucedida contra o Iraque parecia ser a única forma de reconquistar essa confiança (e a nossa felicidade). Estará no consumo a nossa salvação? Temos uma escolha?
Uma odisseia visual intensa filmada ao longo de três anos em oito países. Desde os confrontos explosivos das manifestações em Génova, 2001, as bonecas para uso sexual de 7000 dólares, Surplus explora a natureza destrutiva da cultura consumista. Sobre um pano de fundo no qual coabitam os líderes mundiais mais cínicos e líderes do pessoal das grandes empresas e fanáticos da Microsoft, o filme foca-se no controverso guru da antiglobalização, John Zerzan, cujo apelo à provocação de danos sobre a propriedade inspirou muita gente à intervenção directa nas ruas. Uma montagem impressionante numa série de imagens de cortar a respiração transforma a noção estatística, segundo a qual 20% da população mundial absorve 80% dos recursos globais, numa intensa experiência emocional.
Um olhar sobre o jeito de ser e de viver da humanidade, este trabalho coloca em discussão não apenas a vida em sociedade e a ordem estabelecida, como também a própria essência humana. As necessidades dos homens, as maneiras de reagir a elas e as formas de controle social acabam por comprometer todo o ecossistema terrestre, sem exceção às relações humanas.
Contamos com a confirmação de sua presença, impreterivelmente, até as 12h00 de 06/07/2010 pelo e-mail: respsocial@ciespcampinas.org.br
[Fonte: Leitores BlogLadoC]
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Briquetes são restos de madeira compactados.
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“A densificação do resíduo através do processo de briquetagem consiste na compactação a elevadas pressões, o que provoca a elevação da temperatura do processo da ordem de 100 ºC. O aumento da temperatura provocará a “plastificação” da lignina, substância que atua como elemento aglomerante das partículas de madeira. Isto justifica a não utilização de produtos aglomerantes (resinas, ceras, etc). Para que a aglomeração tenha sucesso, é necessária uma quantidade de água, compreendida de 8% a 15% e que o tamanho da partícula esteja entre 5 e 10 mm. O diâmetro ideal dos briquetes para queima em caldeiras, fornos e lareiras é de 70 mm a 100 mm, com comprimento de 250 a 400 mm. Outras dimensões (diâmetro de 28 a 65 mm) são usadas em estufas, fogões com alimentação automática, grelhas, churrasqueiras etc.
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No equipamento do tipo Prensa Briquetadeira de Pistão, a compactação acontece por meio de golpes produzidos sobre os resíduos por um pistão acionado através de dois volantes. Do silo de armazenagem (aéreo ou subterrâneo) os resíduos são transferidos para um dosador e briquetados em seguida (forma cilíndrica). O briquete deste processo tem as seguintes características:
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Densidade: 1.000 kg/m3 a 1.300 kg/m3
Consumo: 20 a 60 kWh/t
Produção: 200 a 1.500 kg/h
P.C.I: 4.800 kcal/kg (20,1 MJ/kg)
Voláteis: 81%(base seca)
Cinzas: 1,2% (base seca)
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Na Briquetadeira por Extrusão o produto é obtido com 5% de umidade, ou menos. Quando a matéria prima é conduzida para a parte central do equipamento, chamada matriz, a mesma sofre intenso atrito e forte pressão, o que eleva a temperatura acima de 250 ºC, fluidificando-a. Posteriormente, o material é submetido a altas pressões, tornando-se mais compacto. No final do processo, o material é naturalmente resfriado, solidificando-se e resultando um briquete com elevada resistência mecânica. A lignina solidificada na superfície do briquete o torna também resistente à umidade natural. Nesse caso o briquete apresenta as seguintes propriedades:
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Densidade: 1.200 a 1.400 kg/m3
Consumo: 50 a 65 kWh/t
Produção: 800 a 1.250 kg/h
P.C.I.: 4.900 kcal/kg (20,5 MJ/kg)
Voláteis: 85%
Cinzas: < 1%
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Clique na imagem para mais informações.
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Os consumidores finais ocupam um lugar de destaque na comercialização do briquete. O uso de briquetes está associado à preservação ambiental pois aproveita resíduos e substitui a lenha e o carvão vegetal. Nos grandes centros, capitais e grandes cidades, o briquete tem seu papel destacado, competindo diretamente com a lenha e o carvão vegetal. Na cidade de São Paulo, por exemplo, existem 5.000 pizzarias e 8.000 padarias das quais aproximadamente 70% utilizam fornos a lenha. Atualmente, os fabricantes de briquetes não tem produto suficiente para atender este mercado em sua totalidade. Uma pizzaria ou padaria utiliza em média o equivalente a 4 toneladas de briquete por mês. Para abastecer apenas a região metropolitana da cidade de São Paulo, necessita-se de 36.400 toneladas por mês de briquetes, o equivalente a 254.800 metros cúbicos de lenha por mês (1 tonelada de briquete é equivalente a 7 m3 de lenha ).”
[Fonte: INFOENER]

Carro elétrico da Toyota mais vendido no mundo.
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“A indústria brasileira precisa correr contra o tempo para não perder o “trem” do veículo elétrico. Especialistas, representantes de montadoras e concessionárias de energia que participaram do seminário Desafios da Mobilidade Elétrica, uma das atrações do evento internacional Michelin Challenge Bibendum, no Rio, defenderam o rápido desenvolvimento de tecnologias de produção alternativas ao motor a combustão, para que o Brasil não fique definitivamente para trás de países como China e Índia, que já produzem veículos elétricos em escala comercial…”
[Para ler na íntegra clique aqui]
[Fonte: IG Economia]