Lado C Tudo na vida tem seu Lado A e seu Lado B, mas a resposta talvez esteja no Lado C, 'sacovisk'?

Archive for the ‘Pesquisas’

CONHEÇA O INSTITUTO DE PERMACULTURA E AGROVILAS DE BAGÉ-RS.

julho 27, 2010 By: Ferzamp Category: Ciências Humanas, Curiosidades, Eco-atitudes, Eco-economia, Geral, Notícias do Meio Ambiente, Pesquisas

Reportagem do Terra Sul acompanha um dia de campo no IPEP- Instituto de Permacultura e Ecovilas de Bagé-RS.

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RELATÓRIO PROJETA IMPACTOS DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS NA PRODUÇÃO AGRÍCOLA.

julho 06, 2010 By: Ferzamp Category: Desastres Ambientais, Pesquisas

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“O estudo “Impactos da mudança do clima na produção agrícola”, realizado por pesquisadores da Unicamp e da Embrapa, integra uma pesquisa iniciada no país a pedido da Embaixada Britânica no Brasil há cerca de quatro anos.

Os resultados acabam de ser finalizados e incluídos no relatório sobre a Economia da Mudança do Clima no Brasil, com base em projeções do Painel Intergovernamental de Mudança do Clima (IPCC). A conclusão principal foi de perdas econômicas para o país como um todo nos próximos 40 anos.

“Estas perdas poderão estar próximas de 2,3% (R$ 3,6 trilhões) do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, em decorrência dos impactos da mudança do clima, se nada for feito em termos de adaptação ou de mitigação”, revela o coordenador do grupo de Campinas, Hilton Silveira Pinto, diretor-associado do Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura (Cepagri) da Unicamp.

Na agricultura, o estudo projeta perdas de R$ 7,5 bilhões em 2020, evoluindo anualmente até chegar a R$ 10,7 bilhões em 2050. Além da agricultura, outros especialistas investigaram as áreas de recursos hídricos, energia, padrão de uso da terra, biodiversidade, zona costeira e região Nordeste...”

[Leia na íntegra clicando aqui.]

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Algumas conclusões

De uma maneira geral, a publicação Economia da Mudança do Clima no Brasil: Custos e Oportunidades apurou que todas as áreas avaliadas mostram uma tendência a lidar com perdas na visão de futuro. As projeções, no entanto, sugerem ser possível associar metas ambiciosas de crescimento com a redução dos GEEs. Do ponto de vista estritamente econômico, trata-se de elevar a competitividade do país e assegurar amplo acesso a mercados que tendem a favorecer produtos e serviços com baixa emissão de carbono.

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Produção agrícola

O estudo calcula que as perdas nas safras de grãos, causadas pelas mudanças climáticas, poderão chegar a R$ 7,5 bilhões em 2020, dobrando para R$ 14 bilhões em 2070. A produção de soja pode sofrer uma queda de até 34% até 2050. O café arábica, por exemplo, deve perder 17% do total da produção atual. A lista dos vegetais mais prejudicados tem ainda o algodão e o girassol, ambos com 16% de redução, e o milho, com 15% de queda na produção. Das culturas presentes hoje em solo nacional, apenas a cana-de-açúcar será mais produtiva no clima mais quente.

Quanto aos Estados, à exceção daqueles mais frios, que passarão a ter temperaturas mais amenas e, portanto, mais propícias à agricultura, todos os demais terão perdas expressivas. As consequências dos impactos climáticos refletem majoritariamente sua distribuição regional na agricultura.

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Recursos hídricos

As disponibilidades hídricas superficiais para quase todas as regiões apresentam uma diminuição para os dados de clima fornecidos pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e também para a média de 15 modelos climáticos globais. Os resultados projetados seriam alarmantes para algumas bacias, principalmente na região Nordeste, com uma diminuição brusca das vazões até 2100.

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Energia

O estudo revelou que o declínio da precipitação afetaria os rios, principalmente em bacias nordestinas, indicando um decréscimo importante para a geração de energia com redução brusca de vazões de até 90% entre 2070 e 2100. O próprio São Francisco deixará de ter a vazão que hoje tem, perdendo algo ao redor de 30% a 40% das águas em razão do aquecimento global. Isso poderá prejudicar as represas atuais, a servidão de águas por exemplo, onde a irrigação é o item 1 no Vale do São Francisco. Ela poderá ser atingida no futuro com a produção de alimentos.

A produção de energia das usinas hidrelétricas da Bacia do Rio São Francisco pode cair em 7,7% durante o século atual. Já o potencial da energia eólica, fonte energética alternativa ao uso do petróleo, poderá ser reduzido em 60%.

O impacto mais relevante no setor é a perda de confiabilidade no sistema de geração de energia elétrica a partir de fontes hidráulicas, com redução de 29,3% a 29,3% da energia firme. Os impactos mais pronunciados ocorrerão nas regiões nas regiões Norte e Nordeste. No Sul e Sudeste, que concentram a maior parte do parque gerador, os impactos se mostrariam mínimos ou positivos, mas neste caso não compensariam as perdas do Norte e Nordeste, ameaçando a confiabilidade do sistema hidrelétrico e forçando a expansão da capacidade instalada, que poderá ficar ociosa grande parte do tempo.

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Biodiversidade

Caso o desmatamento continue em níveis históricos, ele será responsável pela extinção de 21% a 29% das espécies da Amazônia. Quando os impactos da mudança do clima e do desmatamento são analisados em conjunto, chega-se à extinção de 30% a 38% das espécies da região mais biodiversa do planeta.

Os impactos mais graves são esperados nas regiões rurais do Centro-Oeste e do Leste da Amazônia, onde o nível de pobreza e dependência dos serviços ambientais é mais elevado.

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Zona costeira

Para a zona costeira, considerando o pior cenário de elevação do nível do mar e de eventos meteorológicos extremos, a estimativa dos valores materiais em risco ao longo da costa brasileira é de R$136 bilhões a R$207,5 bilhões.

A diferença de renda entre as diversas regiões costeiras é marcante e reflete a maior ou menor presença de grandes cidades e municípios com portos e terminais, indústria de petróleo ou atividades de aquicultura. A região Sudeste é a que apresenta a maior taxa de PIB/km de linha de costa, destacando-se o Estado do Rio de Janeiro, onde quatro de seis macrorregiões têm um PIB/km acima de R$100 mil.”

[Fonte: Jornal da Unicamp]

OCEANOS: OS CINCO PRINCIPAIS SINTOMAS DE DETERIORAÇÃO.

junho 22, 2010 By: Ferzamp Category: Desastres Ambientais, Geral, Pesquisas

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Os estudos mais recentes sobre a saúde dos oceanos apontam que, além da praga dos plásticos, há cinco principais sintomas da deterioração causada pela interferência humana.

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Lixo pós-carnaval retirado em Salvador.

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Acidificação das águas - A produção desenfreada de dióxido de carbono (CO2), o gás do efeito estufa produzido pela queima de combustíveis fósseis, faz com que os oceanos hoje absorvam uma quantidade dez vezes maior da substância do que há 100 anos. O CO2 eleva a acidez das águas, o que ameaça a sobrevivência de diversas espécies de peixes e mamíferos.

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Surgimento de zonas mortas - O esgoto doméstico, os dejetos de gado e o lixo industrial despejados nos oceanos promovem a proliferação de algas. Em excesso, elas ameaçam todas as outras formas de vida porque, quando morrem, são degradadas por bactérias num processo que consome grande parte do oxigênio da água. O resultado é o surgimento das zonas mortas, inóspitas à maioria das espécies. Há cinqüenta anos, havia três zonas mortas no mundo. Hoje, são 150.

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..Desaparecimento de mamíferos - A presença de mamíferos marinhos é um indicador bastante preciso da qualidade dos oceanos. Alterações no ciclo de vida desses animais alertam para desequilíbrios em seu ambiente. Na última década, milhares de golfinhos e leões-marinhos morreram por envenenamento ao comer peixes menores, que se alimentam de algas tóxicas, contaminadas por resíduos químicos.

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Maré vermelha.

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Marés vermelhas freqüentes - Chama-se de maré vermelha a concentração de algas tóxicas em águas litorâneas. Há uma década, no Golfo do México, ela ocorria uma vez a cada dez anos. Atualmente, acontece todos os anos. Causa a morte de cardumes e pode provocar nas pessoas reações alérgicas e dificuldade para respirar. O fenômeno se deve à destruição dos manguezais e pântanos e à poluição decorrente da ocupação humana nas regiões costeiras.

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Dejetos  encontrados em uma praia inglesa.

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Destruição do assoalho marinho - A poluição decorrente de vazamentos em petroleiros destrói o habitat das espécies que vivem próximo à superfície oceânica. Mas o assoalho marinho também sofre com a contaminação ao redor das plataformas de perfuração e extração de petróleo. O nível de hidrocarbonetos no solo marinho se mantém excepcionalmente alto numa área de 8 quilômetros em volta das plataformas de extração. Em algumas regiões do Mar do Norte, a área poluída cobre mais de 100 quilômetros quadrados do assoalho marinho.

[Fonte: PlanetaSustentável/GlobalGarbage]


Estudo mostra que poluição causa 70% das internações por doença respiratória em São Paulo.

junho 15, 2010 By: Ferzamp Category: Geral, Notícias do Meio Ambiente, Pesquisas

Nuvem de poluição atmosférica em São Paulo.

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A poluição e as mudanças climáticas na capital paulista são responsáveis por cerca de 70% das internações por doenças respiratórias. Essa é uma das conclusões do relatório Vulnerabilidades das Megacidades Brasileiras às Mudanças Climáticas: Região Metropolitana de São Paulo, elaborado por pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

O estudo revela que as mudanças climáticas causadas pelo modelo de expansão da metrópole, aliadas à alterações no clima global, estão deixando a cidade cada vez mais vulnerável a desastres, como enchentes e deslizamentos, além de afetar de diversas maneiras a saúde da população.

Grandes temporais, por exemplo, com uma intensidade de mais de 50 milímetros em um único dia eram praticamente inexistentes na década de 50 do século passado. No entanto, segundo a pesquisa, atualmente chuva como essa ocorre comumente em até cinco períodos do ano.

Entre as causas de eventos como esses, a pesquisadora do Núcleo de População da Unicamp, Andrea Young, cita o modelo de ocupação utilizado Grande São Paulo. Ela lembra que há 50 anos, o perfil da cidade era diferente do de hoje.

“Sem vegetação nenhuma, tudo impermealizado e com a contribuição de materiais extremamente quentes, que retém muito calor e que depois emitem (calor). Então a cidade vai ficando cada vez mais quente.”

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Apesar dos problemas relacionados ao modo de crescimento da cidade já serem aparentes, a pesquisadora ressalta que São Paulo continua a desenvolver-se de maneira predatória. Por isso, o estudo detectou uma tendência de exacerbação de fenômenos climáticos extremos e de desastres.

A previsão é de que 20% do que a capital paulista crescer até 2030 será área suscetível a acidentes naturais provocados pela chuva e aproximadamente 11,17% dessas ocupações poderão ser afetadas por deslizamentos.

Pelas projeções do estudo, a mancha urbana da metrópole paulistana será o dobro da atual em 20 anos. O aumento deverá ocorrer “principalmente na periferia, em loteamentos e construções irregulares, e em áreas frágeis, como várzeas e terrenos instáveis, com grande pressão sobre os recursos naturais”.

Segundo a pesquisadora, isso acarreta outros riscos para o futuro da metrópole, como até uma eventual escassez de água, devido à destruição dos mananciais e à impossibilidade de recarga dos lençóis freáticos com a impermeabilização do solo.

“Uma coisa que preocupa é o abastecimento de água, porque São Paulo já está pensando em buscar água mais distante do que a Bacia do (Rio) Piracicaba e (Rio) Tietê. Então imagina se essa região dobrar de tamanho, como faria para abastecer? Ainda mais em um momento de onda de calor”.

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[Fonte: Agência Brasil/Yahoo]


‘KIT GELADEIRA’ PODE REDUZIR CONSUMO DE ENERGIA RESIDENCIAL.

junho 01, 2010 By: Ferzamp Category: Consumo, Eco-atitudes, Pesquisas

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“Uma simples geladeira é responsável por cerca de 30% dos gastos mensais das famílias brasileiras com energia elétrica. Mas uma solução doméstica foi pensada na Universidade para diminuir este custo. A dissertação de mestrado de Mirko Chávez Gutiérrez, apresentada recentemente à Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA), levou ao desenvolvimento de um dispositivo para a condensação evaporativa em refrigeradores domésticos, uma vez que estes dissipam o calor para o ar do ambiente.

O resultado dos testes mostrou que foi possível economizar a energia elétrica residencial. O trabalho de Gutiérrez sugere para isso o uso de um “kit geladeira” que permite funcionar de forma muito similar ao industrial. Os condensadores evaporativos são apenas utilizados atualmente em sistemas de refrigeração de maior porte, como por exemplo em câmaras frigoríficas.

Esse kit é composto basicamente de um reservatório, de uma pequena bomba hidráulica e de um tubo de PVC, para circulação e distribuição de água. “O reservatório precisa se encaixar à recepção da água que está caindo, a fim de que possa ser bombeada novamente”, acentua o professor Vivaldo Silveira Júnior, orientador da pesquisa de mestrado.

Ele considera que, se o dispositivo for levado à escala comercial, poderá se tornar mais adaptável e ganhar um design arrojado que acomodará melhor o sistema externo, embora já hoje, a partir desta pesquisa, possa ser aplicado a qualquer refrigerador, mesmo os mais antigos.

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Dependendo do interesse das empresas montadoras, o kit será facilmente implementado a um baixo custo e com a eficiência que o Brasil requer, opina Silveira Júnior. Com os dados obtidos nesta pesquisa, garante, a economia no consumo global de energia elétrica residencial chegaria a um patamar de 5%. “O resultado seria mais encorajador do que o obtido no horário de verão, que ficou entre 3% e 4%”, relembra.

Gutiérrez, que é engenheiro de alimentos graduado pela Universidade Católica de Arequipa, Peru, buscou em seu projeto inspiração na geladeira, isso porque ela é utilizada por 96% das famílias brasileiras e é uma das vilãs no consumo de energia elétrica (o chuveiro ainda figura como o primeiro colocado). Segundo o pesquisador, existem no Brasil poucas iniciativas efetivas que visem à economia energética nestes equipamentos. O condensador evaporativo, ao contrário, provou ser uma estratégia viável, pois a tecnologia já era empregada com sucesso na indústria, ainda que sem aplicações domésticas.

Na prática, esse condensador promove a transferência de calor para a água de resfriamento. A sua função é transferir calor do gás circulando por dentro dos tubos do sistema de refrigeração para a água, que os molham no lado externo. “Quisemos, portanto, aliar esta necessidade a uma tecnologia que possui uma aplicação industrial já atestada”, destaca o engenheiro de alimentos…”

[Leia na íntegra clicando aqui]

[Fonte: Jornal da Unicamp]

Chuveiro elétrico pode ser mais econômico do que aquecedor, aponta pesquisa da USP.

maio 30, 2010 By: Ferzamp Category: Eco-economia, Geral, Notícias do Meio Ambiente, Pesquisas

Banho de oito minutos custa, em média, R$ 0,27 no chuveiro híbrido solar; e R$ 0,30 no chuveiro elétrico.

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“Com a chegada de dias mais frios, banhos quentinhos são sempre bem vindos. Mas qual será a forma mais econômica de esquentar água? De acordo com uma pesquisa da Escola Politécnica (Poli) da Universidade de São Paulo (USP), o chuveiro elétrico pode reduzir os gastos em até 72,2% na comparação com outros sistemas de aquecimento. O estudo, desenvolvido pelo Centro Internacional de Referência em Reuso de Água (Cirra), aponta ainda que o consumo médio anual de água tende a ser menor.

Vale ressaltar que o chuveiro elétrico pode estar tanto acoplado a um aparelho tradicional para esquentar a água como associado a aquecedores solares e a gás. A pesquisa concluiu que um banho de oito minutos custa, em média, R$ 0,27 (entre consumo de água e energia) no chuveiro híbrido solar; e R$ 0,30 no chuveiro elétrico. O mesmo banho sai por R$ 0,46 (53,3% a mais do que no chuveiro elétrico) com aquecedores solares tradicionais, R$ 0,59 (96,6% mais caro) com aquecedores a gás e R$ 1,08 (246,6% a mais) com o boiler elétrico.

Segundo dados do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel), o chuveiro elétrico está presente em mais de 73% das residências brasileiras. Para o professor Ivanildo Hespanhol, coordenador do levantamento, os resultados resgatam e reforçam o valor do chuveiro elétrico, invenção brasileira que já acumula 80 anos.

“Antes da divulgação da pesquisa, observamos que mais da metade das pessoas que têm chuveiro elétrico em suas casas não trocariam o equipamento, mesmo conhecendo outras formas de aquecimento”, ressalta.

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CONSUMO DE ÁGUA EM CHUVEIROS ELÉTRICOS É MENOR

Outro dado importante da pesquisa é relativo ao consumo de água dos diferentes sistemas de aquecimento. O estudo mostra que a média anual de consumo do chuveiro elétrico é de 4,2 litros por minuto (L/min). Já o chuveiro híbrido solar obteve 4,1 L/min, ou seja, 2,3% a menos do que o consumo do chuveiro elétrico.

O aquecedor a gás obteve uma média de 8,7 L/min, isto é, 207% maior do que o consumo do chuveiro elétrico. O aquecedor solar, por sua vez, obteve uma média de 8,4 L/min (200% a mais), enquanto o boiler elétrico apresentou uma média de 8,5 L/min (202% a mais).”

[Fonte: Zap]

NO CEARÁ, TÉCNICA PURIFICA A ÁGUA ATRAVÉS DO SOL.

abril 13, 2010 By: Ferzamp Category: Eco-atitudes, Geral, Memória Ambiental, Pesquisas

Assista reportagem sobre purificação da água através do sol. Técnica desenvolvida na Suíça, e divulgada pela Universidade Federal do Ceará (09/09/2005).


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