SIMPLICIDADE VOLUNTÁRIA: UM SOCO NO ESTÔMAGO DO CONSUMISMO?
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SIMPLICIDADE VOLUNTÁRIA
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‘Vida simples ou simplicidade voluntária é um estilo de vida no qual os indivíduos conscientemente escolhem minimizar a preocupação com o “quanto mais melhor”, em termos de riqueza e consumo.
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Seus adeptos escolhem uma vida simples por diferentes razões que podem estar ligadas a espiritualidade, saúde, qualidade de vida, do tempo passado com a família e amigos, redução do stress, preservação do meio ambiente, justiça social e anti-consumismo… Enquanto outros escolhem viver mais simplesmente por preferência pessoal ou por razões econômicas – embora a vida simples seja essencialmente uma escolha e nada tenha a ver com “pobreza forçada”.
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O livro de Duane Elgin descreve resultado de sua pesquisa com a população norte-americana, em relação a escolha de uma vida mais simples, contudo, pode não agradar àqueles leitores que desejam aprofundar mais no assunto.
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A pobreza é involuntária e debilitante, a simplicidade é voluntária e mobilizadora, adverte Duane Elgin, autor do livro Simplicidade Voluntária. Significa fazer um esforço consciente para descobrir o que realmente é importante e abrir mão do que é supérfluo, descobrindo assim que uma vida mais frugal exteriormente pode ser muito mais rica e abundante interiormente.
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‘Oh, bendita simplicidade, que aprende com presteza o que a engenhosidade, exausta a serviço da vaidade, apenas pode apreender lentamente’. (Soren Kierkegaard)
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Embora o ascetismo possa assemelhar-se à simplicidade voluntária, aqueles que aderem à vida simples nada têm de ascéticos.
O termo downshifting (redução de velocidade, intensidade ou nível de atividade) é freqüentemente usado para descrever o ato de mudar de um estilo de vida de maior consumo para um outro, baseado na simplicidade voluntária. Mas o downshifting, como conceito, embora tenha muitos pontos comuns com a simplicidade voluntária, é um outro conceito.’
[Fonte: Wikipédia]
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