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	<title>Lado C &#187; Economia</title>
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	<description>Tudo na vida tem seu Lado A e seu Lado B, mas a resposta talvez esteja no Lado C, &#039;sacovisk&#039;?</description>
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		<title>MONTADORAS QUEREM CARRO ELÉTRICO BRASILEIRO.</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Jun 2010 23:13:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ferzamp</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eco-economia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<description><![CDATA[
Carro elétrico da Toyota mais vendido no mundo.
.
&#8220;A indústria brasileira precisa correr contra o tempo para não perder o  &#8220;trem&#8221; do veículo elétrico. Especialistas, representantes de montadoras e  concessionárias de energia que participaram do seminário Desafios da  Mobilidade Elétrica, uma das atrações do evento internacional Michelin  Challenge Bibendum, no Rio, defenderam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://i0.ig.com/fw/1f/f2/e6/1ff2e6zrpe4ubf36y5czrc1ri.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #999999;">Carro elétrico da Toyota mais vendido no mundo.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A indústria brasileira precisa correr contra o tempo para não perder o  &#8220;trem&#8221; do veículo elétrico. Especialistas, representantes de montadoras e  concessionárias de energia que participaram do seminário <a href="http://mobilidadesustentavel.blog.uol.com.br/" target="_blank"><strong>Desafios da  Mobilidade Elétrica</strong></a>, uma das atrações do evento internacional <a href="http://www.challengebibendum.com.br/index.php" target="_blank">Michelin  Challenge Bibendum</a>, no Rio, <strong>defenderam o rápido desenvolvimento de  tecnologias de produção alternativas ao motor a combustão, para que o  Brasil não fique definitivamente para trás de países como China e Índia</strong>,  que já produzem veículos elétricos em escala comercial&#8230;&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://economia.ig.com.br/inovacao/brasil+deve+correr+para+desenvolver+carro+eletrico/n1237651838300.html" target="_blank">[Para ler na íntegra clique aqui]</a></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #999999;">[Fonte: IG Economia]</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>REVISTA &#8216;THE ECONOMIST&#8217; DIZ QUE MARINA SILVA TEM PRINCÍPIOS DEMAIS.</title>
		<link>http://www.blogladoc.com.br/cuma-marina-tem-principios-demais-avalia-the-economist/</link>
		<comments>http://www.blogladoc.com.br/cuma-marina-tem-principios-demais-avalia-the-economist/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 25 Apr 2010 11:56:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ferzamp</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[The Economist]]></category>

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.

&#8216;CUMA?&#8217; COMO É QUE É? WHAT?&#8230;


[24/04/2010]
&#8220;O discurso eleitoral da pré-candidata do PV à Presidência, Marina Silva,  chegou às páginas da revista britânica The Economist. &#8220;De vez em  quando, surge um político que parece ter muitos princípios para ser  jogado na briga canina eleitoral&#8221;, diz a publicação, destacando que  Marina &#8220;parece ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://flitparalisante.files.wordpress.com/2009/12/marina1.jpg"><img class="aligncenter" src="http://flitparalisante.files.wordpress.com/2009/12/marina1.jpg" alt="" width="400" height="288" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #808000;">&#8216;CUMA?&#8217; COMO É QUE É? WHAT?&#8230;<br />
</span></h2>
<p style="text-align: right;">
<p style="text-align: right;"><span style="color: #888888;">[24/04/2010]</span></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O discurso eleitoral da pré-candidata do PV à Presidência, Marina Silva,  chegou às páginas da revista britânica The Economist. <strong>&#8220;De vez em  quando, surge um político que parece ter muitos princípios para ser  jogado na briga canina eleitoral&#8221;</strong>, diz a publicação, destacando que  Marina &#8220;parece ser uma candidata desse tipo&#8221;.</p>
<div style="text-align: justify;">
<table style="height: 1px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="1">
<tbody>
<tr>
<td align="center"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p style="text-align: justify;">Em  um breve perfil, a revista apresenta a senadora como &#8220;outra Silva&#8221; &#8211; em  referência ao sobrenome do presidente Luiz Inácio Lula da Silva -, e  menciona sua história no Acre e na campanha ambiental ao lado de Chico  Mendes. Exemplifica ainda sua postura com sua saída silenciosa do  Ministério do Meio Ambiente: &#8220;Ela se negou a criticar Lula  publicamente&#8221;, diz o texto. Na campanha presidencial, contudo, Marina  faz uma leve oposição ao presidente, diz a reportagem, ao afirmar que o  País precisa reduzir a carga tributária e ao criticar a política externa  atual.</p>
<p style="text-align: justify;">O principal tema de sua campanha, no entendimento da The Economist, é  a defesa da responsabilidade moral do Brasil em se tornar uma economia  de alta tecnologia e baixa emissão de carbono, como exemplo para outros  países em desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Marina deve chegar hoje a Washington para participar de eventos em  homenagem ao Dia da Terra, celebrado na última quarta-feira. A candidata  deverá se encontrar com políticos americanos ligados à causa ambiental. &#8220;</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #888888;">[Fonte: Yahoo/O Estado de S. Paulo.]</span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>MEMÓRIA AMBIENTAL: MEGA EMPRESÁRIOS DIFICULTAM AS DECISÕES AMBIENTAIS.</title>
		<link>http://www.blogladoc.com.br/memoria-ambiental-lobby-empresarial-dificulta-decisoes-ambientais/</link>
		<comments>http://www.blogladoc.com.br/memoria-ambiental-lobby-empresarial-dificulta-decisoes-ambientais/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 03:01:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ferzamp</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Memória Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[COP 15]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Impasse]]></category>
		<category><![CDATA[Lobby empresarial]]></category>

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		<description><![CDATA[
 
INDÚSTRIAS RETARDAM ACORDO EM COPENHAGUE 
 
&#8216;Os grupos da indústria estão atuando segundo as regras da ONU que excluem corporações individuais de participarem das reuniões a respeito da mudança climática, exigindo que as empresas formem associações para representá-las. As negociações em Bancoc foram uma das várias sessões de preparação para as negociações formais, que começarão em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: center;"><span style="color: #808000;"><img class="alignnone size-full wp-image-5518" title="2009-12-07_conferencia-de-copenhague-cop-15_gg" src="http://www.blogladoc.com.br/wp-content/uploads/2009/12/2009-12-07_conferencia-de-copenhague-cop-15_gg.jpg" alt="2009-12-07_conferencia-de-copenhague-cop-15_gg" width="409" height="256" /></span></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #808000;"> </span></h3>
<h3 style="text-align: center;"><span style="color: #808000;"><a href="http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultnot/2009/11/09/representantes-da-industria-retardam-tratado-da-onu.jhtm" target="_blank">INDÚSTRIAS RETARDAM ACORDO EM COPENHAGUE </a></span></h3>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">&#8216;Os grupos da indústria estão atuando segundo as regras da ONU que excluem corporações individuais de participarem das reuniões a respeito da mudança climática, exigindo que as empresas formem associações para representá-las. As negociações em Bancoc foram uma das várias sessões de preparação para as negociações formais, que começarão em 7 de dezembro em Copenhague, visando produzir um novo tratado global limitando as emissões de carbono. <span style="color: #888888;"><a href="http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultnot/2009/11/09/representantes-da-industria-retardam-tratado-da-onu.jhtm" target="_blank">[UOL]</a></span>&#8216;</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://jcwinnie.biz/wordpress/imageSnag/DonBlankenship561.jpg"><img class="aligncenter" src="http://jcwinnie.biz/wordpress/imageSnag/DonBlankenship561.jpg" alt="" /></a></p>
<p style="text-align: right;"> </p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #999999;">[UOL -Marianne Lavelle - 09/11/09]</span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Nas montanhas pobres mas ricas em minérios do leste dos <strong>Estados Unidos</strong> conhecidas como Apalaches, o <strong><a href="http://images.google.com/imgres?imgurl=http://www.catastrophemap.com/images/anderson_cooper_in_tennessee.gif&amp;imgrefurl=http://catastrophemap.com/blog/%3Fp%3D11&amp;usg=__Fiy1i0OqcYkajmqfmUpK-R_BvHA=&amp;h=336&amp;w=350&amp;sz=93&amp;hl=pt-BR&amp;start=9&amp;um=1&amp;itbs=1&amp;tbnid=jOv_FnqCB0kPNM:&amp;tbnh=115&amp;tbnw=120&amp;prev=/images%3Fq%3DDon%2BBlankenship%26hl%3Dpt-BR%26lr%3Dlang_pt%26rls%3Dcom.microsoft:pt-br:IE-SearchBox%26rlz%3D1I7DBBR%26sa%3DN%26um%3D1" target="_blank">milionário do carvão</a> <a href="http://blogs.wvgazette.com/coaltattoo/files/2009/02/blankenship-abc-image.jpg" target="_blank">Don Blankenship</a></strong> organiza um <strong>encontro</strong> para os &#8220;<strong>Amigos da América</strong>&#8221; escutarem música country e &#8220;<strong>saberem como os ambientalistas radicais e a América corporativa estão tentando destruir seus empregos&#8221;.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://farm2.static.flickr.com/1179/970895869_149e0e3d44_o.jpg"><img class="aligncenter" src="http://farm2.static.flickr.com/1179/970895869_149e0e3d44_o.jpg" alt="" width="455" height="308" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Do outro lado do mundo, de olho em seu empreendimento em uma cidade portuária da <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Grande_Barreira_de_Coral" target="_blank">Austrália</a> </strong>conhecida ao mesmo tempo como portal para a<a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/1b/GreatBarrierReef-EO.JPG" target="_blank"><strong> Grande Barreira de Recifes</strong> </a>e um santuário da indústria metalúrgica, o <strong>bilionário do alumínio <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Oleg_Deripaska" target="_blank">Oleg Deripaska</a></strong> <strong>combate o programa nacional sobre mudança climática</strong> como sendo &#8220;<strong>destrutivo para os empregos</strong> e destrutivo para os investimentos, novos e já existentes&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"> E na <strong>China </strong>os ambiciosos <strong>projetos de eletricidade renovável</strong> parecem um passo importante para abordar o aquecimento global, mas o progresso se retarda devido ao profundo <strong>favoritismo pelo combustível fóssil</strong>, mais barato. <strong>&#8220;Ninguém precisa se entusiasmar demais</strong>&#8220;, diz Lu Qizhou, nomeado pelo governo para dirigir o grande grupo da indústria energética da China. A mudança do sistema de energia acionado a carvão será <strong>lenta</strong> e não vai superar &#8220;a capacidade do mercado de se adaptar&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Em todo o mundo a história é mais ou menos a mesma.</strong> Nos países que deram o primeiro passo modesto para evitar uma iminente calamidade ambiental para as futuras gerações, desencadeou-se uma <strong>reação das forças enraizadas na economia</strong> do passado. Os <strong>adversários da ação climática</strong> podem ter métodos diferentes, pois pressionam capitais diferentes, mas a mensagem é coerente: um modo de vida encantador poderá se perder; um melhor padrão de vida nunca será alcançado.</p>
<p style="text-align: justify;">Esses temores serão o centro das atenções quando negociadores de 192 países se reunirem em Copenhague em dezembro para forjar um dos mais difíceis acordos multinacionais já feitos. A <strong>tarefa desafiadora é reduzir a poluição</strong> que, segundo o consenso de cientistas, ameaça o planeta &#8211; emissões da queima de óleo, carvão e gás que alimentaram todo o desenvolvimento econômico desde a Revolução Industrial.&#8221;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><a href="http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultnot/2009/11/09/caminhando-para-um-impasse-em-copenhague.jhtm" target="_blank">[Leia na íntegra, clicando aqui.]</a></h3>
<p style="text-align: justify;"> </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>&#8216;África quer US$67 bilhões por ano contra aquecimento global.&#8217;</title>
		<link>http://www.blogladoc.com.br/africa-quer-us67-bi-por-ano-contra-aquecimento-global/</link>
		<comments>http://www.blogladoc.com.br/africa-quer-us67-bi-por-ano-contra-aquecimento-global/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 09:21:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ferzamp</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[África]]></category>
		<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[
 

&#8220;Líderes africanos pedirão aos países ricos 67 bilhões de dólares por ano para mitigar os efeitos do aquecimento global no mais pobre dos continentes, segundo proposta à qual a Reuters teve acesso nesta segunda-feira.
Dez líderes mantêm discussões na sede da União Africana, na capital etíope, para buscar uma posição comum que seja levada à cúpula [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.esffl.pt/images/stories/orlando/agua/seca_africa.jpg"><img class="aligncenter" src="http://www.esffl.pt/images/stories/orlando/agua/seca_africa.jpg" alt="" /></a></p>
<p> </p>
<p><a href="http://www.textually.org/textually/archives/images/set3/cell_africa.jpg"></a></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Líderes africanos pedirão aos países ricos <strong>67 bilhões de dólares por ano</strong> para mitigar os efeitos do aquecimento global<strong> no mais pobre dos continentes</strong>, segundo proposta à qual a Reuters teve acesso nesta segunda-feira.</p>
<p style="text-align: justify;">Dez líderes mantêm discussões na sede da União Africana, na capital etíope, para buscar uma posição comum que seja levada à<strong> cúpula climática</strong> de dezembro em <strong>Copenhagu</strong>e.</p>
<p style="text-align: justify;">Especialistas dizem que a <strong>África </strong>contribui pouco para a poluição responsável pelo aquecimento, mas <strong>deve ser a região</strong> <strong>mais atingida por secas, inundações, ondas de calor e elevação do nível dos mares</strong> caso a mudança climática não seja controlada.</p>
<p style="text-align: justify;">A proposta, que ainda deve ser aprovada pelos dez líderes, diz que a falta de coordenação entre os governos do continente tem sido um sério <strong>entrave </strong>à capacidade da África para participar das negociações climáticas.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;A equipe de negociação precisa ser apoiada com o peso político no mais alto nível no continente, para garantir que a <strong>voz africana</strong> a respeito das negociações da mudança climáticas seja tratada com a <strong>seriedade que merece</strong></em>&#8220;, disse o documento. </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.textually.org/textually/archives/images/set3/cell_africa.jpg"><img class="aligncenter" src="http://www.textually.org/textually/archives/images/set3/cell_africa.jpg" alt="" width="527" height="365" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Há alguns meses, o primeiro-ministro etíope, Meles Zenawi, pediu aos <strong>países ricos</strong> que compensem a África pelo aquecimento, alegando que a <strong>poluição no Hemisfério Norte</strong> pode ter causado as desastrosas <strong>ondas de fome</strong> no seu país na década de 1980.</p>
<p style="text-align: justify;">Em maio, um estudo encomendado pelo <strong>Fórum Humanitário Global</strong>, de Genebra, disse que os <strong>países pobres</strong> podem arcar com mais de <strong>90 por cento</strong> dos efeitos humanos e econômicos da <strong>mudança climática</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Os <strong>50 países mais pobres do mundo</strong>, no entanto, contribuem com <strong>menos de 1 por cento das emissões </strong>globais de dióxido de carbono, o principal dos gases do efeito estufa, segundo o relatório.</p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>África</strong>, segundo esse estudo, <strong>é a região mais ameaçada</strong>, e 15 dos 20 países mais vulneráveis ficam no continente. O Sul da Ásia e pequenos países insulares em desenvolvimento também estão bastante ameaçados.</p>
<p style="text-align: justify;">Os países pobres querem que os ricos <strong>assumam metas mais ambiciosas de redução das emissões de gases do efeito estufa</strong> e que transfiram dinheiro e tecnologia para ajudar na mitigação das mudanças climáticas nas nações em desenvolvimento. ADIS ABEBA (Reuters)&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://br.noticias.yahoo.com/s/reuters/manchetes_clima_africa_recursos" target="_blank"><span style="color: #c0c0c0;">[fonte]</span></a></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
]]></content:encoded>
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		<title>A Queda de Wall Street?</title>
		<link>http://www.blogladoc.com.br/a-queda-de-wall-street/</link>
		<comments>http://www.blogladoc.com.br/a-queda-de-wall-street/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 03:55:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ferzamp</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Wall Street]]></category>

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		<description><![CDATA[

 
UM CASTELO QUE DESABA 
Stephan Kanitz
 

&#8216;Duas alegorias estão sendo associadas à crise de 2008. A primeira, a de que se trata de um castelo de cartas que desabou, como o Muro de Berlim – só que agora é o muro de Wall Street –, o que significaria uma nova ordem mundial a ser construída, com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.cosmo.com.br/multimidia/imagens/2008%5C11%5C13%5C13360091640G.jpg" alt="" /></p>
<div id="yiv683894608">
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #333399;"><strong> </strong></span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #993300;"><strong>UM CASTELO QUE DESABA</strong> </span></h4>
<div style="text-align: left;"><span style="color: #808080;">Stephan Kanitz</span></div>
<div style="text-align: left;"><span style="color: #808080;"> </span></div>
<div style="text-align: justify;">
<p>&#8216;Duas alegorias estão sendo associadas à crise de 2008. A primeira, a de que se trata de um castelo de cartas que desabou, como o Muro de Berlim – só que agora é o muro de Wall Street –, o que significaria uma nova ordem mundial a ser construída, com Barack Obama no comando. Por isso tão poucos artigos foram escritos numa tentativa de impedir essa crise. Muito pelo contrário, a maioria dos intelectuais americanos noticiava, com certo prazer, cada detalhe desse desmoronamento. Quanto pior e mais rápido, melhor. O problema é que o castelo de cartas era americano, e não brasileiro, e <strong>quem vai pagar</strong> pelo pânico aqui gerado <strong>é nosso trabalhador</strong>, como sempre.</p>
<p>Uma pesquisa do Datafolha revela que 29% dos trabalhadores brasileiros acham que perderão o emprego em 2009, o que mostra a extensão do medo disseminado. Nem em 1929 o desemprego chegou a tanto. Pesquisa do Ibope indica que 50% dos brasileiros vão reduzir gastos. Se não revertermos esse pânico, aí, sim, teremos uma recessão em 2009. Portanto, demos vários tiros no pé, podería-mos ter passado relativamente imunes, mas não agora com esse pessimismo todo. Acreditar que reduzir juros resolve, como muitos estão sugerindo, é até infantil. Quem teme perder o emprego não compra a prazo nem com juro zero. Nem com redução de IPI.</p>
<p>A outra alegoria, a que eu prefiro, é a da cadeia de dominós que tombam um a um. <strong>É o setor imobiliário, que derruba o setor financeiro, que derruba o setor automobilístico, que derruba o de autopeças, e assim por diante.</strong> Não é um castelo de cartas que desaba, mas, sim, uma única peça que cai por alguma razão e arrasta as demais. Perguntas que aqueles que se dizem especialistas no assunto deveriam fazer, mas, infelizmente, não fazem, são: por que o segundo dominó não conseguiu aguentar o tranco do primeiro? Por que, quando um cliente seu não paga, você tem de atrasar seu fornecedor ou despedir seus funcionários? Quando uma empresa despede 2% dos funcionários, como fez a Vale do Rio Doce, o que ela está dizendo é o seguinte: <strong><em>&#8220;Vocês, trabalhadores, que sobrevivam usando as suas reservas financeiras pessoais. Não vamos ajudá-los usando as nossas reservas empresariais. Boa sorte e adeus!&#8221;.</em></strong></p>
<p>A solução para o futuro é fazer indagações como estas: <strong>por que</strong> as companhias não possuem as reservas que deveriam ter para aguentar o tranco do parceiro na frente, se ele tropeçar? <strong>Por que as empresas não constituem reservas nos tempos bons para usar nos tempos difíceis?</strong> Não é por ganância, mas por <strong>arrogância intelectual.</strong> Muitas companhias passaram a contratar especialistas em prever o cenário econômico, aqueles que previram que o dólar fecharia o ano a 1,67 real, lembram-se? Derrubaram a Sadia, a VCP e a Aracruz. <em>&#8220;O futuro é previsível, senhores, o câmbio não passa de 1,80 real, portanto as reservas da sua empresa podem ser reduzidas.&#8221;</em> Ledo engano, como já alertei inúmeras vezes aqui. O futuro não é previsível, minha gente, e foi essa <strong>arrogância intelectual que fez o sistema todo ruir.</strong></p>
<p>O Brasil em outros tempos já estaria pedindo socorro ou reservas financeiras ao FMI. O que ocorreu de diferente desta vez? O país tinha reservas de 200 bilhões de dólares, acumuladas sob críticas constantes de que eram desnecessárias. Existem inúmeras outras razões por que empresas não constituem reservas, desde a pressão de analistas, a tributação de reservas, o que é um absurdo, e otimismo demasiado com relação ao futuro. No Brasil, taxamos reservas na pessoa jurídica em 32% e na pessoa física em 20%, o que leva à distribuição imediata aos sócios. Outro absurdo.</p>
<p>Para que companhias se mantenham sólidas no futuro, temos de lidar com essas questões, e não com a redução de juros, mais gastos do governo, mais supervisão mundial. Portanto, preparem-se, porque em 2009 vamos ler um monte de bobagens, com prêmios Nobel sugerindo uma nova ordem mundial, e ninguém vai se lembrar do óbvio de que países, empresas e famílias precisam de reservas financeiras adequadas, para aguentar as tempestades futuras e não demitir pessoal.</p>
<p align="left"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;">&#8211;</span></p>
<p align="left"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;">Stephen Kanitz é formado pela Harvard Business School.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;">[Fonte: Revista Veja, 07 de janeiro de 2009, pág. 14.]</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;">Artigo enviado por Luis, 29/06/09, para Blog LC.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;">&#8211;</span></p>
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		<title>Segundo Greenpeace, governo brasileiro planeja dominar o comércio global de carne.</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Jul 2009 20:22:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ferzamp</dc:creator>
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<p style="text-align: justify;">&#8216;O IFC (Corporação Financeira Internacional), braço financeiro do Banco Mundial para o setor privado, anunciou que vai descontinuar a parceria com a Bertin, que incluía um empréstimo de US$ 90 milhões para que a empresa frigorífica brasileira expandisse suas operações na Amazônia. O valor ainda pendente do financiamento, no valor de US$ 30 milhões, será cancelado. O anúncio veio duas semanas depois que o Greenpeace publicou o relatório <strong><a href="http://www.greenpeace.org/brasil/amazonia/gado" target="_blank">A Farra do Boi na Amazônia</a></strong>”, que expôs como o empréstimo do IFC para a Bertin em Marabá teve conseqüências desastrosas, como o aumento do desmatamento na região.</p>
<p style="text-align: justify;">O frigorífico Bertin é uma das empresas apontadas pelo Greenpeace como responsáveis pela compra de gado de fazendas envolvidas em desmatamento ilegal e de propriedades localizadas dentro da Terra Indígena Apyterewa, no Pará, e fornecendo os produtos derivados dos animais nos mercados brasileiro e internacional.</p>
<p>Veja <a href="http://web.bertin.com.br/detNoticia.php?codnews=394&amp;codcategoria_noticia=2&amp;codsisidioma=1" target="_blank"><strong>aqui</strong> </a>a nota publicada pela Bertin.</p>
<p>&#8220;O IFC está dando um passo muito importante para parar o desmatamento na Amazônia e proteger o clima global, mas precisa assegurar que desastres como esse não se repitam mais no futuro&#8221;, disse Paulo Adário, diretor da campanha da Amazônia, do Greenpeace.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O financiamento do IFC já permitiu que a Bertin expandisse suas operações na Amazônia. Para um banco que adotou estratégias de ‘fazer gestão com conhecimento’, é como jogar dinheiro no lixo.&#8221;</p>
<p>De acordo com o Greenpeace, o IFC deve parar de minar as políticas do Banco Mundial e, por sua vez, o Banco Mundial deve adotar uma política de não mais financiar iniciativas que resultem em desmatamento e mudanças climáticas.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O Banco Mundial está para fechar outro empréstimo de cerca de US$ 1,3 bilhão para ‘proteção ambiental’ no Brasil e deve assegurar que estes recursos não vão financiar a destruição da Amazônia. O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), que vai gerenciar estes recursos, devem seguir o exemplo do IFC e cortar todos os investimentos em atividades pecuárias na Amazônia que estão provocando maior emissão de gases do efeito estufa&#8221;, disse Adário.&#8217;</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.greenpeace.org/brasil/amazonia/gado" target="_blank">[fonte: Greenpeace]</a></p>
<p style="text-align: justify;">&#8211;</p>
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		<title>&#8216;Ecológica &#8211; As verdades e mentiras da economia verde.&#8217;</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 14:56:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ferzamp</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eco-economia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Ecológica]]></category>
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Obra mostra por que os consumidores devem abandonar a emoção e apostar na lógica antes de se render ao ecologicamente correto.
 
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<div style="text-align: justify;"><strong><a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/estante/estante_429800.shtml" target="_blank">Obra mostra por que os consumidores devem abandonar a emoção e apostar na lógica antes de se render ao ecologicamente correto.</a></strong></div>
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