Lado C Tudo na vida tem seu Lado A e seu Lado B, mas a resposta talvez esteja no Lado C, 'sacovisk'?

CONTORNANDO RESISTÊNCIAS, BRASIL SE PREPARA PARA CONSTRUIR USINA DE BELO MONTE.

agosto 31, 2010 By: Ferzamp Category: Desastres Ambientais, Geral, Matriz energética, Notícias do Meio Ambiente, Política

Brasília, 20/04/2010 – Ativistas do Greenpeace despejam 3 toneladas de esterco na entrada do prédio da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), antes do leilão para a concessão da construção e operação da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará.

.

“Para Raimunda Gomes da Silva, a iminente construção de uma grande usina hidrelétrica aqui na Amazônia é um doloroso déjà vu.

Há cerca de 25 anos, a construção de outra represa a mais de 320 km a leste daqui inundou sua propriedade, causando uma praga de cobras venenosas, insetos e jaguares em sua terra, como contou, antes de submergi-la por completo.

Agora, depois de começar uma nova vida em Altamira, o governo diz que ela precisa deixar o local novamente, desta vez para abrir caminho para a usina de Belo Monte, que inundará um grande trecho desta cidade, desalojando milhares de pessoas.

“Esta usina é uma ameaça para mim, pois já não tenho mais a energia de antes”, disse Silva, 53 anos, cuja família de 11 pessoas divide uma casa de três cômodos com bananeiras no quintal. “Já não podemos mais investir e construir outra casa como esta.

Mas ela não tem muita escolha. A construção inicial da usina de Belo Monte, que será a terceira maior do mundo, está agendada para começar até o próximo ano.

A oposição persistente por parte de grupos ambientalistas e indígenas, até mesmo com a ajuda de figuras conhecidas como o diretor de cinema canadense-americano James Cameron, não conseguiu impedir o projeto orçado em US$ 11 bilhões, que irá produzir energia elétrica para grandes cidades, como São Paulo, enquanto inunda cerca de 520 km² da bacia do rio Xingu.

Comunidades indígenas afirmam que a usina irá devastar suas terras e forçar a saída de 12 mil pessoas de suas casas. Eles dizem que a usina reduzirá o nível do rio, destruindo sua indústria pesqueira tradicional.

A cidade de Altamira, acima da represa, enfrenta o problema oposto, com cerca de um terço do local previsto para acabar sendo inundado.

Recentemente, líderes indígenas regionais se reuniram aqui para planejar uma ocupação dramática do local de construção da usina, mas, depois de quatro dias de discussão e nenhum consenso, o protesto foi cancelado.

Membros de organizações não-governamentais que tentam impedir a usina estão começando a soar resignados. “Os grupos ainda estão divididos”, disse Christian Poirier, líder da campanha no Brasil da Amazon Watch, que participou da reunião. “Alguns líderes indígenas foram neutralizados por doações ou ameaças”, diz.

O governo tem se esforçado muito para garantir que a construção da usina, planejada há décadas, comece antes que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixe o cargo, no final deste ano.

Quando algumas das empresas privadas de construção e engenharia civil mais importantes do Brasil se mostraram inquietas quanto aos riscos financeiros do empreendimento, este ano, o governo aumentou seu grau de investimento – hoje, está financiando mais de três quartos do projeto.

Valter Cardeal, diretor de engenharia da Eletrobras, empresa estatal de eletricidade, disse que o projeto não teria impacto econômico negativo em qualquer comunidade indígena. Ele reconheceu que haveria uma redução no fluxo da água, mas não o suficiente para afetar a pesca, segundo ele.

Cardeal disse que Belo Monte traria “melhorias e avanços” para o povo indígena, incluindo saneamento, melhores serviços de saúde e educação, e “segurança territorial” para suas terras.

Quanto a Altamira, ele afirmou que as pessoas forçadas a sair seriam compensadas e a maioria se beneficiaria com o projeto.

Por exemplo, no bairro de cerca de 700 casas onde mora Raimunda, algumas casas são construídas sobre palafitas para evitar enchentes sazonais. Cardeal disse que a realocação tiraria esses residentes de tais “condições precárias, subumanas”.

Ele disse que o governo forneceria assistência a pequenos agricultores e que as empresas de construção tinham concordado em aportar US$ 280 milhões a um plano de desenvolvimento sustentável para a região. Essas garantias são contestadas por opositores à usina e muitos moradores.

Numa reunião realizada em março, líderes indígenas levantaram arco e flecha, ameaçando iniciar uma guerra para impedir a construção da usina. Porém, duas tribos, Xikrin-Kayapo e Parakana, desde então abandonaram sua oposição, citando temor de perder ajuda financeira do governo, disse Poirier.

Ele e outros envolvidos nas discussões acusam a Eletronorte de tentar dividir os grupos indígenas ao “comprar” líderes com presentes ou ao ameaçar negar a suas comunidades serviços de saúde e de outros tipos.

Tanto Cardeal quanto um porta-voz da Eletronorte negaram essas acusações.

.

.

Moradores divididos

Alguns moradores têm esperança de que a usina gere emprego e recursos para este estado pouco povoado, o maior do Brasil. Durante a construção, a usina deve gerar cerca de 20 mil empregos, embora pelo menos no início muitos dos trabalhadores tenham de vir de outros lugares, de acordo com Elcirene de Souza, chefe do gabinete federal de empregos de Altamira.

Ela afirmou que 90% da mão de obra em Altamira não é qualificada para os trabalhos necessários para o projeto, e disse estar preocupada que o fluxo de entrada de trabalhadores induza à formação de gangues, aumento no uso de drogas e criminalidade, como já aconteceu com a construção de outras usinas.

No entanto, autoridades do governo disseram aos moradores que esperam evitar esses problemas, não criando uma vila separada para os trabalhadores, como já fizeram no passado, mas incorporando os trabalhadores à cidade.

Milhares de currículos de candidatos já estão sendo recebidos, cerca de 8.200 apenas nos quatro primeiros meses do ano, vindos de pelo menos cinco estados brasileiros, disse Souza.

moradores como Raimunda, céticos em relação às promessas do governo de pacotes de subsídios e realocação, estão preocupados principalmente com onde vão morar. Ela disse que o governo pagou pouco por sua última casa, apenas o suficiente para cobrir os custos dos materiais de construção. “Ou aceitamos o preço ou eles não oferecem nada mais”, diz.

Ela também teme pelo marido, que é pescador. “Faltam apenas dois anos para ele se aposentar, mas não temos certeza se ele poderá pescar por mais dois anos”, disse ela. “Você acha que os peixes ficarão por aqui? Os peixes sabem para onde fugir. Mas nós temos que ir aonde nos jogam.” Por Gabriela d’Ávila.

[Fonte: New York Times News\Yahoo]

ARTIGOS RELACIONADOS

Lula diz que Belo Monte não foi feita antes por ‘covardia de políticos’

.

JIM BOHLEN, 84 ANOS, AUTOR DA IDEIA QUE FUNDOU O GREENPEACE, FALECEU NO CANADÁ.

julho 14, 2010 By: Ferzamp Category: Notícias do Meio Ambiente

Primeira tripulação do Greenpeace. Em sentido horário, da esquerda superior: Hunter, Moore, Cummings, Metcalfe, Birmingham, Cormack, Darnell, Simmons, Bohlen, Thurston, Fineberg. [Greenpeace / Robert Keziere]

.

Alguém que decide partir em um pequeno barco para um lugar quase no fim do mundo para impedir um teste nuclear não é um homem qualquer. Jim Bohlen, que morreu no Canadá aos 84 anos, (dia 07 de julho de 2010) foi o sujeito que ousou pensar nisso em 1971. Sua ideia acabou dando no Greenpeace, nome com que a embarcação usada nessa intrépida expedição de protesto foi rebatizada. Bohlen pertencia a um grupo que estava indignado com a retomada em 1969 dos testes nucleares subterrâneos pelo governo americano em Amchitka, no arquipélago das Aleutas, e seus possíveis impactos na região do Alasca.

.

Jim Bohlen foi co-fundador do Greenpeace.

.

A turma não conseguiu impedir a explosão. Mas depois de mais uma tentativa do grupo de paralisar um novo teste, Washington decidiu suspendê-los definitivamente e o Greenpeace estava firme no rumo de se tornar uma das maiores e mais importantes organizações ambientalistas do mundo…’ [Leia na íntegra, clicando aqui]

[Fonte: Greenpeace]

.

CARNE DE SEGUNDA: 62% dos empreendedores que compõem a chamada “lista suja” do trabalho escravo respondem por empreendimentos de pecuária bovina.

abril 29, 2010 By: Ferzamp Category: Consumo, Desastres Ambientais, Memória Ambiental

.

Imagem IDEC.

.

“Segundo o relatório “O reino do gado – Uma nova fase na pecuarização da Amazônia brasileira”, publicado pela organização não-governamental (ONG) Amigos da Terra no ano passado, cerca de 200 frigoríficos estão em funcionamento na Amazônia atualmente. Desses, mais da metade é ilegal. Em 2004, apenas 27 tinham registro no Serviço de Inspeção Federal (SIF). No fim de 2007 esse número subiu para 87. “Contudo, mesmo os legalizados mantêm relações comerciais com fornecedores em situação irregular sob os aspectos fundiário, ambiental e trabalhista”, afirma o relatório.

.

.

A prova disso vem, por exemplo, do cadastro feito pelo Ministério do Trabalho, que mostra que 62% dos empreendedores que compõem a chamada “lista suja” do trabalho escravo respondem por empreendimentos de pecuária bovina. O relatório ainda afirma que “frigoríficos responsáveis por 73% das exportações brasileiras mantiveram relações comerciais com fazendas com uso de mão-de-obra escrava entre 2006 e 2007″.

.

.

.O frigorífico JBS-Friboi - um dos que não deu retorno aos questionamentos do Idec – é hoje o maior do mundo em capacidade de abate de bois (47,1 mil cabeças por dia) e o maior exportador de carne do planeta. Mas, como mostra o estudo “Conexões Sustentáveis”, da ONG Repórter Brasil, “a unidade do Friboi de Barra do Garças (MT) adquiriu gado de um pecuarista que teve a área de sua fazenda embargada pelo Ibama por desmatamento ilegal”.

.

.

Ele aponta também que uma das unidades frigoríficas do Marfrig, outro que não respondeu às questões feitas pelo Idec, “manteve relações comerciais com dois pecuaristas de Mato Grosso depois de eles entrarem na ´lista suja´ do trabalho escravo”. Um deles, Antenor Duarte do Valle, é acusado de denúncias graves, como a de ter sido um dos mandantes do Massacre de Corumbiara, em que onze trabalhadores sem-terra foram chacinados por policiais militares e jagunços, no interior de Rondônia, em 1995.

.

.

A probabilidade de a carne que chega aos supermercados das grandes capitais brasileiras ter passado por um desses estabelecimentos é grande. O próprio estudo da Repórter Brasil afirma que o “JBS-Friboi é fornecedor de grandes redes varejistas que operam em São Paulo e abastece setores do poder público na capital paulista. Também vende sebo bovino para indústrias de biodiesel, que é adicionado ao diesel distribuído em postos de gasolina de todo o país”.”

.

[Fonte: Idec /Revista n° 129 - Fevereiro de 2009]

FRIGORÍFICOS DESCUMPREM META AMBIENTAL PARA AMAZÔNIA.

abril 28, 2010 By: Ferzamp Category: Notícias do Meio Ambiente, Política

Imagem do site Ecodebate.

.

.Quase um ano após a publicação do relatório do Greenpeace que aponta a pecuária como principal vetor do desmatamento na Amazônia, os frigoríficos avançaram no processo de cadastrar e monitorar seus fornecedores no bioma. Mas ainda não conseguem rastrear 100% da cadeia e estão revendo os prazos do compromisso assinado com a organização não-governamental (ONG) em outubro de 2009. Em outubro do ano passado, a promessa dos frigoríficos era cadastrar seus fornecedores dentro de um prazo de 180 dias.

.

.

.Os principais frigoríficos que têm fornecedores de carne na Amazônia, como Marfrig, Minerva e JBS Friboi, pediram mais três meses de prazo para concluir o monitoramento de suas cadeias. Na última reunião com o Greenpeace, no início do mês, representantes da indústria alegaram dificuldades no rastreamento. “Enquanto os frigoríficos que têm fornecedores não monitorarem 100% da cadeia, será impossível afirmar que não existe mais gado em área de desmatamento”, diz Marcio Astrini, da campanha Amazônia do Greenpeace.

.

.

O frigorífico Marfrig, que tem boa parte de seus fornecedores localizados no Mato Grosso, conseguiu mapear pouco mais de 80% das fazendas fornecedoras localizadas no bioma amazônico. O diretor de sustentabilidade do Grupo Marfrig, Ocimar Villela, estima que os três meses a mais de prazo serão suficientes para chegar a 100% de fornecedores rastreados. “O processo está evoluindo. Há dificuldades, pois o processo também depende da vontade das fazendas.”

.

O Governo do Estado tem apoiado empresas que investem em Rondônia, um exemplo disso são os frigoríficos JBS Friboi e Bertin S/A.

.

A JBS Friboi, maior frigorífico do mundo e que recentemente comprou o Bertin, afirma em nota que está avançando no monitoramento dos fornecedores. Otávio Cançado, diretor executivo da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), argumenta que houve um grande avanço por parte dos frigoríficos. “As áreas que a gente não tem georreferenciamento são de difícil acesso ou para chegar lá era preciso passar por parques nacionais.”

.

Imagem do blog Tijoladas.

.

[28/04/2010 -AE - Agência Estado / Amigos da Terra Amazônia Brasileira/Repórter Brasil]

GREENPEACE TINGE O RIO MAIS SUJO DA ARGENTINA.

março 22, 2010 By: Ferzamp Category: Desastres Ambientais, Notícias do Meio Ambiente

O rio mais sujo da Argentina, Riachuelo-Matanza, é tingido de verde em protesto do grupo Greenpeace.

.

[Fonte: EFE]

PAÍSES EMPURRAM DECISÕES PARA 2010, NO MÉXICO.

dezembro 20, 2009 By: Ferzamp Category: Geral, Notícias do Meio Ambiente, Política

.

 

[G1 - 20/12/2019 - Alister Doyle]

 

O mundo achará difícil retomar no México, em 2010, as negociações climáticas lideradas pelas Nações Unidas depois de um acordo nada ambicioso ser assinado em Copenhague, sem prazo para um tratado legal e vinculante entre os países.

O México vai receber as próximas negociações ministeriais no âmbito da ONU, entre 29 de novembro e 10 de dezembro de 2010, para incrementar o “Acordo de Copenhague” que busca limitar o aumento das temperaturas a não mais que 2 graus Celsius em relação às registradas nos tempos pré-industriais. Mas não diz como chegar a essa meta.

Por meses, as Nações Unidas insistiram que as negociações de Copenhague, culminando na cúpula com 120 líderes mundiais na sexta-feira, tinham de ser um “ponto de virada” na desaceleração das mudanças climáticas, com compromissos entre os países para redução das emissões de gases do efeito estufa.

No sábado, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, reconheceu que o acordo – liderado por Estados Unidos e China e que não fala em compromissos nacionais – ficou abaixo das expectativas, mas é um “importante começo.”

Uma mudança para o México, um país no meio do caminho entre os ricos e os pobres, pode ajudar as negociações que quase fracassaram em meio a alegações de Sudão e Venezuela de que a anfitriã Dinamarca estava inclinada em favor dos interesses dos ricos.

O México “pode ser muito melhor, para preencher essa difícil tarefa de construir pontes,” disse Kim Carstensen, chefe da iniciativa climática global do grupo ambiental WWF. 

Documentos da ONU assinados em Copenhague dizem que os resultados de grupos chaves de trabalho serão usados “por adoção” ao México – embora não incluam as exigências de muitos países de que os textos deveriam ser “um tratado legalmente vinculante.”

Muitos países querem que a reunião do México avance no debate.

Existe um risco muito grande de que tenhamos perdido o impulso”, afirmou um importante delegado sobre a luta contra as emissões, que causam ciclones mais poderosos, extinguem espécies, causam secas e deslizamentos e aumentam os níveis dos oceanos.

 

 

OBAMA ELOGIA ACORDO

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, comemorou o acordo, originalmente negociado com a China e outras economias emergentes, como sendo um passo histórico e prometeu a aumentar “o impulso que estabelecemos em Copenhague.”

China e EUA são os principais emissores de gases causadores do efeito estufa. Até agora a agenda dos dois não reflete urgência no assunto.

A próxima reunião da ONU sobre o clima é uma sessão semestral entre as autoridades em Bonn, de maio 31 a 11 de junho. Por comparação, em 2009 houve três rodadas de negociação em Bonn e outras sessões em Bangkok e Barcelona antes de Copenhague.

Fora o reconhecimento do teto de 2 graus Celsius, a decisão do sábado deu apoio a uma “meta” de um fundo de 100 bilhões de dólares anuais até 2020 para ajudar os países pobres a combater as mudanças climáticas, com um rápido início de 10 bilhões de dólares entre 2010 e 2012.

O acordo não foi formalmente adotado por todos os países devido à oposição de alguns emergentes que consideram que ele ignora as real necessidades dos pobres.

Alguns analistas afirmam que um acordo EUA e China pode melhorar a perspectiva de ação do Senado dos EUA para limitar as emissões de carbono em 2010. Os EUA são o único país industrializado sem restrição nas emissões.

Um problema para Copenhague foi a falta de outros prazos. O primeiro período do Protocolo de Kyoto, que vincula todos os países exceto pelos EUA a cortar emissões, vale até 31 de dezembro de 2012.

Copenhague não produziu muitas promessas, mas todos os principais países estabeleceram metas de emissões para 2020 desde que as negociações foram iniciadas em Bali, na Indonésia, em 2007. Muitos desses objetivos eram faixas de previsão de corte das emissões, que dependiam de um acordo forte em Copenhague.

Sob o “Acordo de Copenhague,” o primeiro prazo para submissão dos planos às Nações Unidas para conter as emissões é 31 de janeiro de 2010.”

[G1]

 

NOTÍCIAS DA COP 15

Argentina culpa os países ricos, por fracasso da COP.

Os países asiáticos se declararam neste domingo satisfeitos com o acordo

Ministro britânico culpa China por fracasso da COP

 Carlos Nobre (Inpe) diz que, adiar acordo na COP foi um erro

 Acordo climática mostra falhas na ONU

Principais pontos no acordp da COP 15

Acordo de Copenhague omite volume global da redução de emissões 

Migrantes são vulneráveis à crise econômica

Greenpeace diz que Copenhague foi palco de um crime

Líderes do mundo fracassam na COP15

Retrospectiva Copenhague

 

Assista um resumo da 15ª Conferência Quadro das Nações Unidas para Mudanças Climáticas (COP 15) feita pela Ong Vitae Civilis.

.

DESASTRES AMBIENTAIS: A INCRÍVEL INTELIGÊNCIA DO HOMO CONSUMENS!

dezembro 15, 2009 By: Ferzamp Category: Comportamento Humano, Desastres Ambientais, Geral

. 

 


Copy Protected by Chetan's WP-CopyProtect.