Lado C Tudo na vida tem seu Lado A e seu Lado B, mas a resposta talvez esteja no Lado C, 'sacovisk'?

CAMPINAS REALIZA DEBATE SOBRE ‘CONSUMO’ COM O ECONOMISTA HUGO PENTEADO.

junho 26, 2010 By: Ferzamp Category: Eco-economia, Eventos

Hugo Penteado é autor do livro ‘Ecoeconomia: Uma Nova Abordagem‘.

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‘A Diretoria do Departamento de Responsabilidade Social (DRS) do Ciesp-Campinas convida você, associado, a participar do Evento Espaço Ciesp de Cinema com o filme SURPLUS, dirigido por Erik Gandini.

Dia 7 de julho de 2010, a partir das 19h00.
Local: Ciesp-Campinas

(Rua Padre Camargo Lacerda, 37 – Bonfim)

Programação:

19h00 – Abertura por Luiz Fernando de Araújo Bueno, diretor-titular do Departamento de Responsabilidade Social
19h30 – Filme: SURPLUS
20h30 – Debate com Hugo Penteado

Minicurrículo: Hugo Penteado
Formado em Economia pela Universidade de São Paulo (USP). Finalizou seu curso de mestrado em Economia no Instituto de Pesquisas Econômicas da Universidade de São Paulo (IPE/USP). Trabalha no mercado financeiro desde 1990, economista-chefe e estrategista de Investimentos do Santander Asset Management.

Sinopse do Filme:
A confiança dos consumidores está em baixa desde o 11 de Setembro. Uma guerra bem-sucedida contra o Iraque parecia ser a única forma de reconquistar essa confiança (e a nossa felicidade). Estará no consumo a nossa salvação? Temos uma escolha?
Uma odisseia visual intensa filmada ao longo de três anos em oito países. Desde os confrontos explosivos das manifestações em Génova, 2001, as bonecas para uso sexual de 7000 dólares, Surplus explora a natureza destrutiva da cultura consumista. Sobre um pano de fundo no qual coabitam os líderes mundiais mais cínicos e líderes do pessoal das grandes empresas e fanáticos da Microsoft, o filme foca-se no controverso guru da antiglobalização, John Zerzan, cujo apelo à provocação de danos sobre a propriedade inspirou muita gente à intervenção directa nas ruas. Uma montagem impressionante numa série de imagens de cortar a respiração transforma a noção estatística, segundo a qual 20% da população mundial absorve 80% dos recursos globais, numa intensa experiência emocional.
Um olhar sobre o jeito de ser e de viver da humanidade, este trabalho coloca em discussão não apenas a vida em sociedade e a ordem estabelecida, como também a própria essência humana. As necessidades dos homens, as maneiras de reagir a elas e as formas de controle social acabam por comprometer todo o ecossistema terrestre, sem exceção às relações humanas.

Contamos com a confirmação de sua presença, impreterivelmente, até as 12h00 de 06/07/2010 pelo e-mail: respsocial@ciespcampinas.org.br

[Fonte: Leitores BlogLadoC]

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Ecoeconomia: uma chance ao Planeta Terra.

fevereiro 21, 2010 By: Ferzamp Category: Eco-economia, Geral, Notícias do Meio Ambiente

 

[Clique aqui para ler na íntegra.]

 

[www.uma.org.br] 

Da mesma forma que a visão de Ptolomeu, a visão dos economistas confunde os esforços para um melhor conhecimento do nosso mundo moderno. Criou-se uma economia fora de sincronia com o ecossistema do qual ela depende.

A teoria econômica e os indicadores econômicos não explicam como a economia está perturbando e destruindo os sistemas naturais da Terra. A teoria econômica não explica por que o gelo do Mar Ártico está derretendo. Não explica por que os prados estão se transformando em desertos no noroeste da China, por que os recifes de coral estão morrendo no Pacífico Sul ou por que os pesqueiros de bacalhau em Terra Nova entraram em colapso. Também não explica por que estamos vendo o início da maior extinção de plantas e animais desde o desaparecimento dos dinossauros, há 65 milhões de anos. Entretanto, a economia é essencial para se medir o custo destes excessos para a sociedade.

Pode-se comprovar que a economia está em conflito com os sistemas naturais da Terra nas notícias diárias de colapso de pesqueiros, encolhimento de florestas, erosão de solos, deterioração de pradarias, expansão de desertos, aumento constante dos níveis de dióxido de carbono (CO2), queda de lençóis freáticos, aumento da temperatura, tempestades mais destrutivas, derretimento de geleiras, elevação do nível do mar, morte de recifes de coral e desaparecimento de espécies.’

 

 


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