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PETROBRAS CONTROLA VAZAMENTO NA BACIA DE CAMPOS.

junho 08, 2010 By: Ferzamp Category: Geral, Notícias do Meio Ambiente

Petrobrás controla vazamento de petróleo

A P-47, na Bacia de Campo.

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.“A Petrobras informou hoje que conseguiu controlar um vazamento de cerca de 1,5 mil litros de óleo em dos campos de exploração de petróleo da companhia na Bacia de Campos, no litoral do Rio de Janeiro. Segundo a estatal, o vazamento foi identificado no início da manhã no entorno da plataforma de processamento P-47, no campo de Marlim, a 160 quilômetros da costa de Macaé, no norte fluminense.

A plataforma é usada como suporte para o tratamento e armazenagem do petróleo extraído das plataformas de produção da Petrobras naquela área. O vazamento teria sido provocado por um problema em um mangote, espécie de tubo flexível que seria usado na transferência de óleo da P-47 para o navio aliviador Cap Jean. Os sinais do óleo no mar foram descobertos pouco antes do início da operação.

“Assim que constatou a ocorrência, a Petrobras acionou o Plano de Emergência para assegurar a máxima proteção às pessoas e ao meio ambiente. Foram mobilizados um helicóptero e quatro embarcações especializadas em recolhimento de óleo. O vazamento foi imediatamente controlado, sem danos às pessoas e às instalações”, diz a nota da empresa, enviada no final da tarde.

A companhia informou ter suspendido a mobilização às 14 horas, quando não havia mais vestígios de óleo no mar. Segundo a empresa, o incidente não chegou a prejudicar a produção na Bacia de Campos.

Uma sindicância foi aberta para apurar as causas do acidente. A estatal notificou a Agência Nacional de Petróleo (ANP), a Marinha e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Há um mês, a explosão de uma plataforma da British Petroleum no Golfo do México, cujo vazamento de óleo de grandes proporções decorrente ainda não foi controlado, chamou a atenção para os riscos da exploração de petróleo no mar e a necessidade de reforço dos mecanismos de segurança das operadoras.”

[Fonte: Yahoo/Abril]

VAZAMENTO DE PETRÓLEO NOS EUA DEIXA RIO DE JANEIRO EM ALERTA.

maio 05, 2010 By: Ferzamp Category: Geral, Notícias do Meio Ambiente

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SERÁ QUE SÓ O ESTADO DO RIO DEVE SE PREOCUPAR?

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Vazamento de óleo causado pela Petrobrás, no Paraná (Rio Iguaçu) no ano de 2000.

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A proporção a que chegou o vazamento no Golfo do México provocou o governo do Rio de Janeiro e o Ministério do Meio Ambiente a formarem um grupo de trabalho para prevenção e mapeamento de riscos em plataformas de petróleo no Brasil. O grupo vai procurar saber da companhia de petróleo qual é o plano de ação no caso de um acidente como o dos Estados Unidos. A comissão é formada por integrantes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), da Secretaria Estadual de Meio Ambiente, da Petrobras e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

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“A missão do grupo será apresentar ao Estado do Rio de Janeiro uma análise do que aconteceu lá (no Golfo do México), saber em que circunstâncias nós operamos aqui e como está o nosso plano de contingência comparativamente ao que foi adotado nos Estados Unidos em termos de medidas e metas para evitar danos”, afirmou a secretária de estado de Meio Ambiente, Marilene Ramos.

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[clique na imagem para ler]

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A coleta de informações será dividida em três partes: como evitar o acidente, o que fazer para conter a mancha, caso ocorra o vazamento, e posteriormente, como minimizar os danos à costa. “Os Estados Unidos, com o poderio econômico e tecnológico que têm, vão lançar mão do que há de melhor para essas três etapas. Precisamos conhecer essas tecnologias para que possamos melhorar e fazer um upgrade nos planos de contingência”, explicou a secretária.

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Um dos temores do governo do Estado é que, no caso de um vazamento, o óleo chegue à costa atingindo ecossistemas e a indústria do turismo. “Além de todo o impacto ambiental de atingir ecossistemas importantíssimos que temos na costa, como manguezais e restingas, temos a indústria turística na costa, que é importantíssima, e poderia estar ameaçada numa situação como esta. Precisamos investir mais em planos de contingência.”

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A primeira reunião do grupo será na sexta-feira. A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, também participará. Num primeiro momento, segundo a secretária, somente o Estado do Rio participará das reuniões. “O Rio concentra 80% da exploração, mas dependendo dos resultados, convidaremos outros Estados importantes em petróleo, como Espírito Santo e São Paulo”.

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Vítimas de vazamento (Paraná) de óleo da estatal em 2001, 5.400 pescadores da região estão processando a Petrobras.

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Monitoramento

Em 2000 e 2001, acidentes no Rio e no Paraná atingiram áreas de preservação ambiental e provocaram críticas sobre o tempo de reação da Petrobras para conter o óleo. Após os acidentes, a Petrobras alterou sua política de meio ambiente e segurança, criando novos centros de controle de vazamento em oito Estados. O investimento, de R$ 164 milhões, teve como objetivo ampliar o número de equipamentos e reduzir o tempo de resposta na contenção de vazamentos.”

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[04\05\2010 - Fonte: Yahoo]

Vazamento de petróleo na França causa “desastre ecológico” na última estepe protegida da Europa!

setembro 03, 2009 By: Ferzamp Category: Desastres Ambientais, Geral, Notícias do Meio Ambiente

Reserva de Coussouls de Crau (França).

 

“Um vazamento de petróleo na França atingou uma reserva natural e causou “um verdadeiro desastre ecológico“, segundo a secretária de Estado para a Ecologia do país, Chantal Jouanno.

O vazamento foi detectado na sexta-feira (07/08/2009) em um oleoduto no sudeste da França, e já provocou uma mancha de cerca de 2 hectares na reserva natural de Coussouls de Crau, afetando uma área com espécies protegidas, informou a Agência Efe.

 

 

Segundo os dados divulgados pelo governo francês, foram derramados 4.000 metros cúbicos de petróleo bruto. As causas do vazamento ainda não foram identificadas.”

[fonte: Terra]

 

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Fundação Sarney desvia verba recebida da Petrobras.

julho 09, 2009 By: Ferzamp Category: Geral

 
Entidade criada pelo senador recebeu da estatal R$ 1,3 mi, R$ 500 mil foram parar em firmas com endereços ‘fictícios’, R$ 30 mil desceram às arcas de uma TV e rádios da família.’ [Folha]
 

‘Num instante em que o grupo de José Sarney se une à oposição para mudar de assunto –em vez de Senado, CPI da Petrobras—os dois temas se misturam. Descobriram-se indícios de que uma fundação privada criada pelo presidente do Senado desviou recursos recebidos da Petrobras.

A entidade se chama Fundação José Sarney. Funciona em São Luís. Administra um museu com documentos e peças do período em que Sarney presidiu o Brasil. Deve-se a descoberta dos novos malfeitos aos repórteres Rodrigo Rangel e Leandro Colon. Levaram a notícia às páginas do Estadão. Informam que a Petrobras repassou à fundação de Sarney, em 2005, R$1,3 milhão. Dinheiro repassado a título de patrocínio.

Para quê? “Processamento técnico e automação do acervo bibliográfico” do museu de Sarney. Numa palavra: digitalização. Conta a notícia que parte da verba foi malversada. Um pedaço, R$ 500 mil, foi parar nas contas de firmas de endereços fictícios. Outro pedaço, R$ 30 mil, foi às caixas registradoras da TV Mirante e de duas rádios maranhenses: Mirante AM e Mirante FM. Todas pertencentes à família Sarney.

Os repórteres manusearam notas e recibos. Visitaram endereços de firmas que a fundação Sarney diz ter contratado. Eis alguns dos achados:

1. Parte da “comprovação” de despesas –R$ 145 mil— foi feita por meio de recibos da própria Fundação Sarney. Um dos recibos (R$ 35 mil), é assinado por Raimunda Santos Oliveira. Anota: “Serviços [...] de elaboração do projeto de preservação e recuperação do acervo”. Ouvida, Raimunda diz ter trabalhado na fundação entre 1990 e 1995, dez anos antes do patrocínio petroleiro. E quanto ao recibo? “Não sei do que você está falando.”

2. Chama-se Ação Livros e Eventos uma das empresas contratadas pela fundação. Uma das sócias é mulher de Antônio Carlos Lima, conheido como “Pipoca”. Vem a ser ex-assessor de Roseana Sarney. Hoje, assessora o ministro Edison Lobão (Minas e Energia), apadrinhado de Sarney e superior hierárquico da Petrobras. A Ação emitiu 34 notas. Coisa de R$ 70 mil. Têm números sequenciais. Algo que indica que a fundação era sua única cliente. Ouvida, Alci Maria Lima, uma das sócias da mulher de “Pipoca” na empresa, disse desconhecer a natureza dos serviços prestados: “Eu assinei o recibo, mas não sei o que foi que a empresa fez, não.”

3. Outra empresa que prestou “serviços à fundação de Sarney foi a Clara Comunicação. Pertence a Félix Alberto Lima, irmão de “Pipoca”. As notas fiscais emitidas pela Clara somam R$ 103 mil. Félix diz que sua empresa divulgou atividades da fundação. Qual a ligação com o projeto da Petrobras? Primeiro, Félix disse que não sabia explicar. Depois, informou que a divulgação referia-se ao projeto custeado pela estatal.

4. Centro de Excelência Humana Shalom, eis o nome de outra empresa contratada pela fundação do presidente do Senado. Informa-se que prestou “serviços de consultoria”. Recebeu R$ 72 mil. Sua sede localiza-se na casa de uma professora chama Joila Moraes, em São Luís. “A empresa é de um amigo meu, mas nunca funcionou aqui”, disse Joila aos repórteres. “Eu só emprestei o endereço”. A professora Joila é irmã de Jomar Moraes, que integra o Conselho Curador da Fundação José Sarney.

5. A MC Consultoria, outra prestadora de “serviços”, recebeu da Fundação Sarney R$ 40 mil. Nos arquivos da Receita, o endereço da MC fica num prédio cujos funcionários, inquiridos, disseram jamais ter ouvido falar na logomarca.

6. A fundação de Sarney usou algo como R$ 15 mil do montante recebido da Petrobras para realizar pagamentos a um restaurante localizado na rua do museu. Serviu para o custeio de marmitas. Valor unitário: R% 4,50. Quantidade de quentinhas: 3 mil. Previa-se que o projeto bancado com dinheiro da estatal estaria concluído em 2007. O patrocínio encontra-se em fase de prestação de contas. Tomada pelo plano original, a iniciativa deveria ter dotado o museu da Fundação Sarney de um lote de computadores. As máquinas seriam instaladas nos corredores do museu. Serviriam para que os visitantes consultassem o papelório da época em que Sarney presidiu o país. Os repórteres visitaram o museu. Fica num antigo convento, assentado no centro histórico da capital maranhense. Não há no local vestígio dos computadores. A despeito de tudo, a Fundação Sarney informa que todas as metas previstas no contrato de patrocínio petroleiro foram “cumpridas”.’

Escrito por Josias de Souza, CBN, às 06h49.

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