Lado C Tudo na vida tem seu Lado A e seu Lado B, mas a resposta talvez esteja no Lado C, 'sacovisk'?

MAIS DA METADE DOS DOMICÍLIOS BRASILEIROS NÃO TÊM REDES DE ESGOTO, DIZ IBGE.

agosto 20, 2010 By: Ferzamp Category: Geral, Notícias do Meio Ambiente, Política

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“As redes de coleta de esgoto sanitário foram ampliadas em 45% entre 2000 e 2008 no Brasil. Apesar disso, em 2008, elas ainda atendiam a menos da metade dos domicílios brasileiros. Segundo dados da Pesquisa Nacional de Saneamento Básico de 2008, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada esta sexta-feira (20), 45,7% das residências eram atendidas por essas redes naquele ano. Os demais domicílios (54,3%) recorriam a fossas sépticas ou a meios menos higiênicos, como fossas secas, valas a céu aberto ou lançamento direto em cursos d’água.

Ainda de acordo com o IBGE, o número de municípios servidos com alguma rede de esgoto aumentou 6,3%, passando de 52,2% para 55,2%. “O desejável é que tivéssemos números maiores. Mas o fator importante é que a gente está aumentando a cobertura. A gente está caminhando na direção certa. Talvez o ritmo não seja o adequado, mas estamos caminhando na direção certa”, afirma o economista do IBGE Paulo Gonzaga de Carvalho.

Carvalho destaca ainda um dado positivo: o percentual do esgoto coletado que é tratado passou de 35,3% em 2000 para 68,8% em 2008. “Isso é um avanço considerável. É claro que ainda não é o ideal. E deve-se levar em conta que esse percentual de esgoto tratado inclui apenas o esgoto coletado pelas entidades responsáveis. Há ainda aquele esgoto que sequer passa por uma rede de coleta”, afirma.

Entre os estados com maior rede de coleta de esgoto, destacam-se São Paulo, com 82,1% de cobertura, Pernambuco (74,2%) e Minas Gerais (68,9%). As demais 24 unidades da federação tinham, em 2008, menos da metade de seus domicílios atendidos por redes coletoras. Rondônia, com uma cobertura de 1,6%, Pará (1,7%) e Amapá (3,5%) são os estados com os piores índices.

Os dados do IBGE mostram também que, em 2008, 79,9% dos municípios estavam ampliando suas redes de esgoto. Um número bem superior ao registrado em 2000, quando apenas 58% dos locais faziam ampliações em suas redes.

Já a rede de distribuição de água potável chegou a 45,3 milhões de domicílios em 2008, ou seja, 78,6% do total no Brasil. Em 2000, o alcance dessa rede era de apenas 34,6 milhões ou 63,9% das residências brasileiras.

Apesar da ampliação da rede de abastecimento, 6,2% dos municípios tratavam a água apenas parcialmente antes de distribui-la e 6,6% não faziam qualquer tratamento nessa água.”

[Fonte: Agência Brasil\Yahoo]

REFRESQUE A MEMÓRIA: BISFENOL A PRESENTE NAS MAMADEIRAS.

agosto 09, 2010 By: Ferzamp Category: Consumo, Geral, Notícias do Meio Ambiente, Pesquisas

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Boots and Mothercare estão vendendo mamadeiras feitas com uma substância química que os cientistas temem que pode causar câncer de mama, doença cardíaca, obesidade, hiperatividade e outros distúrbios.

O comportamento dos maiores varejistas da Grã-Bretanha em produtos infantis contrasta com a dos fabricantes, que pararam de colocar o bisfenol A, ou BPA, em mamadeiras “para acalmar os receios dos pais”, em meio a estudos  em revistas médicas, associndo-as com graves para a saúde problemas em animais de laboratório.

Canadá e três estados EUA, Connecticut, Minnesota e Wisconsin, proibiram BPA presente em mamadeiras. A EUA and Drug Administration (FDA) diz que está preocupado com seu impacto sobre os bebês e crianças jovens, e apoia a sua remoção de produtos na alimentação infantil.”

[Fonte: The Independent\31.Mar.2010]

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MPF ABRE INQUÉRITO PARA APURAR EFEITOS NOCIVOS DO BISFENOL A.

julho 20, 2010 By: Ferzamp Category: Geral

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Bisfenol A está presente em plásticos e no verniz do interior das latas.
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.‘O Ministério Público Federal (MPF) instaurou Inquérito Civil Público para apurar os efeitos nocivos à saúde das pessoas gerados pela substância Bisfenol A (BPA) e a forma de regulamentação de seu uso pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No Brasil, o BPA é utilizado na produção de garrafas plásticas, mamadeiras, copos para bebês, entre outros produtos, a maioria de plástico.

Na Portaria em que foi publicada a instauração do inquérito, o procurador regional dos Direitos do Cidadão, Jefferson Aparecido Dias, determinou que seja solicitado à Anvisa informações sobre a regulamentação da utilização da substância, além de eventuais estudos existentes sobre seus aspectos nocivos.

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Resina epóxi à base de bisfenol A é também usada em revestimento de tanques de concreto.

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A preocupação sobre os riscos que o BPA pode causar à saúde e à vida se sustenta em recentes pesquisas divulgadas por uma universidade norte-americana. A substância já foi proibida em outros países, como Canadá, Dinamarca e Costa Rica, e em alguns Estados americanos.

Para muitos cientistas, a substância seria causadora de algumas doenças, como o câncer de mama, os distúrbios cardíacos, a obesidade e a hiperatividade. A atenção é especial com as grávidas e crianças pequenas. A substância pode prejudicar as funções endócrinas e alterar o funcionamento do hormônio feminino estrogênio.”

[Fonte: Terra\19.jul.2010]

Estudo mostra que poluição causa 70% das internações por doença respiratória em São Paulo.

junho 15, 2010 By: Ferzamp Category: Geral, Notícias do Meio Ambiente, Pesquisas

Nuvem de poluição atmosférica em São Paulo.

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A poluição e as mudanças climáticas na capital paulista são responsáveis por cerca de 70% das internações por doenças respiratórias. Essa é uma das conclusões do relatório Vulnerabilidades das Megacidades Brasileiras às Mudanças Climáticas: Região Metropolitana de São Paulo, elaborado por pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

O estudo revela que as mudanças climáticas causadas pelo modelo de expansão da metrópole, aliadas à alterações no clima global, estão deixando a cidade cada vez mais vulnerável a desastres, como enchentes e deslizamentos, além de afetar de diversas maneiras a saúde da população.

Grandes temporais, por exemplo, com uma intensidade de mais de 50 milímetros em um único dia eram praticamente inexistentes na década de 50 do século passado. No entanto, segundo a pesquisa, atualmente chuva como essa ocorre comumente em até cinco períodos do ano.

Entre as causas de eventos como esses, a pesquisadora do Núcleo de População da Unicamp, Andrea Young, cita o modelo de ocupação utilizado Grande São Paulo. Ela lembra que há 50 anos, o perfil da cidade era diferente do de hoje.

“Sem vegetação nenhuma, tudo impermealizado e com a contribuição de materiais extremamente quentes, que retém muito calor e que depois emitem (calor). Então a cidade vai ficando cada vez mais quente.”

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Apesar dos problemas relacionados ao modo de crescimento da cidade já serem aparentes, a pesquisadora ressalta que São Paulo continua a desenvolver-se de maneira predatória. Por isso, o estudo detectou uma tendência de exacerbação de fenômenos climáticos extremos e de desastres.

A previsão é de que 20% do que a capital paulista crescer até 2030 será área suscetível a acidentes naturais provocados pela chuva e aproximadamente 11,17% dessas ocupações poderão ser afetadas por deslizamentos.

Pelas projeções do estudo, a mancha urbana da metrópole paulistana será o dobro da atual em 20 anos. O aumento deverá ocorrer “principalmente na periferia, em loteamentos e construções irregulares, e em áreas frágeis, como várzeas e terrenos instáveis, com grande pressão sobre os recursos naturais”.

Segundo a pesquisadora, isso acarreta outros riscos para o futuro da metrópole, como até uma eventual escassez de água, devido à destruição dos mananciais e à impossibilidade de recarga dos lençóis freáticos com a impermeabilização do solo.

“Uma coisa que preocupa é o abastecimento de água, porque São Paulo já está pensando em buscar água mais distante do que a Bacia do (Rio) Piracicaba e (Rio) Tietê. Então imagina se essa região dobrar de tamanho, como faria para abastecer? Ainda mais em um momento de onda de calor”.

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[Fonte: Agência Brasil/Yahoo]


MCDONALD’S FAZ RECALL DE 12 MILHÕES DE COPOS ‘SHREK’ CONTAMINADOS COM CÁDMIO.

junho 04, 2010 By: Ferzamp Category: Consumo, Geral

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NOVA YORK (04/06/2010 – AFP)


“As autoridades americanas anunciaram nesta sexta-feira que a cadeia de lanchonetes McDonald’s pede aos consumidores que não utilizem e, se possível, devolvam os 12 milhões de copos decorados com o personagem Shrek porque a pintura do objeto possui cádmio, o que implica um risco para a saúde.

A Comissão de Segurança de Produtos para Consumo, em cooperação com o McDonald’s, pediram a devolução dos copos Shrek, informa o comunicado. “Os consumidores devem deixar de usar os copos“, enfatiza o texto.

O cádmio é considerado cancerígeno pelas autoridades americanas.

O comunicado afirma que o recall foi decidido por precaução e que não foram assinalados incidentes relacionados com o assunto.

É ilegal vender ou tentar vender um produto que sofreu recall“, enfatiza ainda o texto.

[Fonte:Yahoo]

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MORADORES DA MAIOR ÁREA CONTAMINADA DO ESTADO DE SÃO PAULO ABRIRÃO PALESTRA SOBRE MEIO AMBIENTE.

maio 18, 2010 By: admin Category: Eco-atitudes, Eventos, Geral, Notícias do Meio Ambiente

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[Fonte: Instituto Jequitibá \  institutojequitiba@gmail.com]

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